quarta-feira, 21 de outubro de 2020

O que fazer no Algarve? Dicas para visitar

O Algarve é uma região deslumbrante na costa sul de Portugal, conhecida pelas suas belas praias, formações rochosas costeiras e mariscos deliciosos.

Mas às vezes você precisa de um pouco de conhecimento de um lugar para realmente apreciá-lo como um local, e não se preocupe, estamos aqui para ajudar com isso.

O que fazer Algarve?

O que fazer no Algarve?

Compilamos uma lista das nossas principais localizações, passeios e dicas para as suas férias perfeitas no Algarve.

Algar de Benagil

O Algar de Benagil é uma deslumbrante caverna marítima com uma clarabóia natural no telhado. Um fenômeno raro e belo, esta formação rochosa está localizada na incrível Praia de Benagil.

Areias douradas, águas límpidas e azuis e uma das formações rochosas mais singulares da Europa, este local com certeza deve estar no seu itinerário. Para apreciar verdadeiramente a beleza desta costa, sugerimos fazer um pequeno passeio de barco ou talvez até alugar o seu próprio barco.

Cidade de Lagos

Localizada a apenas 30 minutos de carro da praia está a cidade de Lagos, onde ainda mais beleza natural te aguarda.

Esta cidade encantadora é o lar da Ponta da Piedade, uma coleção de falésias e pilhas de calcário vermelho e amarelo com declives acentuados diretamente para o mar. Se você está cansada da beleza natural, aventure-se na cidade velha e admire a beleza feita pelo homem refletida nas paredes do século XVI ou do forte construído no final do século XVII.

Faro

O que fazer no Algarve?

Faro é o coração do Algarve, nenhuma viagem ao sul de Portugal estaria completa sem passar algumas noites aqui. A catedral fica perto do centro da cidade, onde esteve nos últimos 750 anos, a poucos passos de uma série de restaurantes e bares onde você pode saborear a culinária local.

A caldeirada é um maravilhoso caule de marisco feito com tudo o que o pescador pescou fresco naquele dia e é um dos pratos favoritos dos locais.

Ou talvez as ostras, servidas apenas com limão e uma taça de vinho branco, sejam a maneira perfeita de relaxar no final de um longo dia de exploração.

Definitivamente, recomendamos alugar um apartamento no centro da cidade e viver como os habitantes locais para experimentar verdadeiramente o pedaço do paraíso que é a vida no sul de Portugal.

Vinhas de Algarve

O que fazer no Algarve?

O Algarve também é conhecido pelas suas vinhas, produzindo alguns dos melhores vinhos do mundo. Para os viajantes mais sofisticados, talvez um passeio pelas vinhas seja o acompanhamento perfeito para férias na praia de uma semana.

Um passeio pelas vinhas é um dia difícil de acompanhar, mas um pouco de adrenalina e diversão escorregadia podem superá-lo, pois também recomendamos uma visita a um parque aquático.

O Algarve é o lar de vários parques aquáticos, um dos destinos mais populares é o Slide & Splash in Water park em Estômbar.

Boa viagem! 🙂

Bj,

Ticinha Medeiros

Blog Esposas Online – Tudo para sua Vida de Casada

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Violência contra mulheres vai além do físico | Live

Conheça os tipos de violência contra mulheres e as formas de conseguir ajuda para interromper o ciclo de agressões.

 

Ao pensarmos em violência contra mulheres, imediatamente lembramos das agressões físicas ou sexuais. Mas o problema vai muito além. Controlar o dinheiro da mulher, esconder seus documentos ou humilhá-la também são formas de violência, entre muitas outras. Muitas vítimas não se sentem prontas para denunciar e se veem sem saída.  Mariana Varella conversa com o psiquiatra Jairo Bouer e com Mafoane Odara, psicóloga gerente do Instituto Avon, sobre orientações e formas de obter ajuda.

 

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terça-feira, 20 de outubro de 2020

Violência contra mulheres com deficiência | Entrementes

Negligência e abandono são alguns dos tipos de violência que a mulher com deficiência pode sofrer ao longo da vida. Dr. Jairo Bouer fala sobre o assunto neste vídeo.

 

Olá, pessoal. E nesse vídeo do YouTube a gente fala da violência contra as mulheres com deficiência. Pessoal, muito importante a gente lembrar que as mulheres com deficiência, elas enfrentam dois tipos de preconceito e de estigma. O preconceito de gênero e o preconceito com a deficiência. Então, não é incomum que essas mulheres sejam vítimas frequentes de violência e tenham uma dificuldade de acessar os suportes de proteção. Isso já acontecia antes da pandemia e isso se agravou com a pandemia, com a dificuldade de deslocamento social, com a questão do isolamento. Ficou mais difícil pra essas mulheres com deficiência chegarem aos serviços de proteção.

Pessoal, a gente não tem muitos dados estatísticos, mas a gente sabe que a violência contra pessoas com deficiência, de ambos os gêneros, tem aumentado. Em geral, essa violência é praticada por membros da família. Em primeiro lugar os irmãos, depois pai e mãe, e outras pessoas que convivem dentro da mesma casa. Em geral, via de regra, a violência contra a mulher com deficiência também é praticada por membros da família.

E lembrar, pessoal, que a Lei Maria da Penha, de 2006, que a gente já comentou com vocês em outro vídeo, ela não fala só de violência do companheiro contra a mulher, mas de familiares e agregados, também. Vocês lembram que a gente comentou num vídeo anterior aqui no nosso canal Entrementes no YouTube que as formas de violência contra a mulher, elas podem apresentar diversas dimensões. Então a gente tem a violência física, a gente tem a violência sexual, a gente tem a violência psicológica, a gente tem a violência moral e a gente tem a violência patrimonial.

No caso das mulheres com deficiência, a gente tem outras formas ainda de violência, que são a negligência e o abandono. São pessoas que muitas vezes precisam de cuidados, precisam de uma atenção especial, e são negligenciados ou abandonados pela sua família, pelos seus companheiros. Então é muito importante a gente ficar atento a essas questões também, pessoal.

Ouça também: Entrementes #29 | Violência contra a mulher durante a pandemia

E da mesma forma que a gente comentou no vídeo, que existe um ciclo de violência contra a mulher, existe também um ciclo de violência contra a mulher com deficiência. Então, lembrar que normalmente há um escalonamento de tensões, depois a gente tem a fase da violência física propriamente dita, e depois a gente tem uma fase de remorso ou de lua de mel, em que a pessoa que praticou a violência tende a se arrepender, a mostrar que vai melhorar, que não vai fazer isso novamente, e a pessoa vítima da violência muitas vezes com essa culpa dentro dela, com essa culpa introjetada, tem mais dificuldade de dizer não, de interromper o processo, de buscar ajuda, de buscar suporte, e ela continua nesses ciclos sucessivos de violência.

Então é muito importante a gente perceber quando esse relacionamento abusivo, quando essa violência se instala, contra a mulher ou contra a mulher com deficiência, e que os mecanismos possíveis de suporte, de ajuda, de proteção, sejam acionados. E se você tiver passando por algum caso de violência, o que você pode fazer? Primeiro, acionar os canais de ajuda. A gente tem o 180, que é o Centro de Atendimento à Mulher, a gente tem o Disque 100, que é o serviço de denúncia do Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos. É muito importante que você busque alguém em quem você confia, pra que você possa dividir essa situação de violência, de ameaça que você está passando. Além disso, é muito importante contar com redes de apoio, de suporte na sua região, e pra terminar, denuncie quando você se sentir preparada. E de preferência vá com alguém de sua confiança que possa te ajudar, que possa te dar apoio nesse momento.

É importante lembrar também que quem tá em volta, vizinhos, parentes que percebem a situação, também podem fazer a denúncia. Pessoal, no caso de emergência também existe o 190, que é o telefone da Polícia Militar, que pode ser acionado. Lembrar que os boletins de ocorrência podem ser feitos presencialmente e também podem ser feitos a distância, nas delegacias de defesa da mulher ou nas delegacias comuns, tá? Isso é muito importante da gente saber e da gente lembrar.

Pessoal, pra terminar eu queria lembrar pra vocês que as principais vítimas de violência contra a mulher com deficiência são as mulheres com deficiência mental, que muitas vezes não conseguem traduzir de forma adequada pra gente o que elas estão passando, o que elas estão sentindo. Então é muito importante também a gente prestar atenção no comportamento ou em alterações de comportamento. Então, agressividade, ganho de peso, alteração do padrão alimentar, dificuldade de dormir, agitação, tudo isso pode sinalizar pra gente que alguma coisa fora do comum está acontecendo. Então a gente tem que ter atenção redobrada pro cuidado com essas pessoas.

É isso aí, pessoal. Espero que a gente tenha colaborado um pouquinho com essa discussão e a gente volta em um próximo vídeo. Valeu!

Veja também: Isolamento e violência doméstica | Entrementes

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Como Fazer o Cabelo Crescer: 15 dicas para você testar

Essa matéria Como Fazer o Cabelo Crescer: 15 dicas para você testar foi publicada por Administrador no Blog da Sephora.

Você tem a impressão que seu cabelo demora a crescer? Cortou, se arrependeu e quer que ele cresça logo? Seu sonho é ter um cabelão estilo Rapunzel? Se a sua resposta foi sim para qualquer uma dessas perguntas, nós temos algumas dicas — que funcionam mesmo — de como fazer o cabelo crescer!

Descubra a seguir o que pode afetar o ritmo de crescimento do seu cabelo, quais mudanças você pode aplicar no seu dia a dia para mudar isso e também, claro, quais produtos para crescer cabelo usar.

O que afeta o crescimento do cabelo?

Antes de mais nada, é importante você saber que cabelos crescem, em média, 1 a 1,5 cm por mês — alguns mais, outros menos. Esse ritmo de crescimento é determinado geneticamente, mas depende também de outros fatores, como a condição do cabelo e até mesmo a idade (após os 50, cai pela metade).

Ah, é comum que pessoas de cabelo cacheado e crespo achem que o cabelo cresce mais lentamente. Isso não é verdade! Esses cabelos crescem normalmente, mas sofrem com o “fator encolhimento” que ocorre devido à curvatura dos fios. Ou seja, para as cacheadas e crespas pode demorar mais para ser perceptível o crescimento.

Quer saber o que faz o cabelo crescer de verdade? Fortalecer o organismo e cuidar bem dos fios para que eles possam crescer sem antes quebrar ou cair. E muitas coisas afetam, positivamente e negativamente, esse crescimento. Na gravidez, por exemplo, o cabelo cresce e fica mais volumoso, porém após o parto é comum que caia muito cabelo, pois há uma queda brusca de hormônios.

Já pensando nos fatores que podem afetar negativamente, podemos citar alguns exemplos:

  • Menopausa;
  • Doenças como artrite, diabetes, hipotireoidismo, hipertireoidismo e lúpus;
  • Doenças no couro cabeludo, como alopecia, dermatite seborreica e foliculite;
  • Má alimentação;
  • Carência de vitaminas;
  • Problemas hormonais;
  • Estresse;
  • Ficar muitos dias sem lavar o cabelo.

O que fazer para o cabelo crescer?

Agora que você já sabe que existe um ritmo de crescimento médio para o cabelo e que alguns fatores podem influenciá-lo, vamos a algumas dicas de como fazer o cabelo crescer que você pode aplicar no dia a dia:

Dê mais atenção à alimentação

Como já dissemos, a má alimentação e a carência de vitaminas podem fazer com que o cabelo cresça mais lentamente. Por isso, é importante manter uma alimentação balanceada, rica em vitaminas e proteínas, além de beber muita água para manter o corpo e o cabelo hidratados.

Para evitar as deficiências nutricionais que afetam o crescimento do cabelo, recomendamos consumir alimentos ricos em: 

  • Proteínas: os fios de cabelo são feitos desse nutriente;
  • Vitamina C: protege de agressões externas e evita que o couro cabeludo fique irritado com o sebo produzido pelo próprio corpo;
  • Biotina: faz parte da queratina, a proteína que auxilia na formação da fibra capilar, mantém a hidratação dos fios, os deixa mais resistentes e previne queda prematura;
  • Ferro: estimula a circulação sanguínea e melhora a saúde dos fios;
  • Zinco: equilibra a qualidade do sebo e deixa os fios mais fortes;
  • Silício: reestrutura fibras de colágeno e elastina, aumentando a resistência dos fios e reduzindo a quebra e a queda.

Alguns exemplos de alimentos que você pode consumir são os vegetais verde escuros, leite, iogurte, ovo, carne, peixe, legumes, grãos integrais, castanhas, aveia, gérmen de trigo, dentre outros.

Pare de fumar

O tabagismo reduz a oxigenação e o fluxo sanguíneo nos bulbos capilares, o que diminui a força e a velocidade de crescimento do cabelo. Por isso, uma nossas dicas de como deixar o cabelo crescer é parar de fumar.

Evite exposição excessiva ao sol

A exposição excessiva ao sol resseca os fios, deixando o cabelo danificado e sem brilho. Além disso, se o couro cabeludo ficar queimado, pode acontecer também queda de cabelo.

Evite fazer química e usar ferramentas de calor

Procedimentos como alisamento, coloração e descoloração afetam o cabelo, assim como o uso frequente de secadores e modeladores. O cabelo pode ficar fraco, o crescimento desacelera e pode haver quebra nos fios e irritação do couro cabeludo.

A recomendação é, realmente, evitar fazer química e usar ferramentas de calor. Porém, caso vá fazer algum desses procedimentos que citamos, a nossa dica é cuidar bastante dos fios antes e depois, de preferência fazendo o cronograma capilar. E, no caso de secador, chapinha, babyliss e afins, use sempre protetor térmico.

Lave bem — e frequentemente — o cabelo

Como dissemos anteriormente, ficar muitos dias sem lavar o cabelo pode afetar o crescimento dos fios. O excesso de oleosidade e sujeira pode acabar obstruindo o folículo piloso e inflamando o couro cabeludo.

Por isso, uma das dicas mais fáceis de colocar em prática de como fazer o cabelo crescer rápido é: mantenha uma rotina de lavagem. Dessa forma, você também protege seu cabelo de agressões externas, como a poluição, que também pode afetar o crescimento.

Outras dicas relacionadas são:

  • Use shampoo anti-resíduos ou dilua o seu shampoo para evitar acúmulo de produto no couro cabeludo;
  • Não aplique condicionador e máscara na raiz, use-os somente do comprimento às pontas;
  • Massageie bem o couro cabeludo, isso aumenta a circulação sanguínea no local, favorecendo o crescimento do cabelo — mas não esfregue os fios, pois isso pode danificá-los;
  • Faça o cronograma capilar para manter seu cabelo sempre saudável.

Tente evitar estresse

Sabemos que é difícil evitar se estressar, mas o estresse aumenta a produção de cortisol, que pode levar ao atrofiamento do bulbo capilar e, consequentemente, à paralisação do crescimento e ao aumento de queda de cabelo. É por esse motivo que uma das nossas dicas do que fazer para o cabelo crescer é tentar evitar se estressar.

Tenha cuidado ao prender o cabelo

Em um país tropical, com dias tão quentes, é praticamente impossível não se render ao rabo de cavalo, ao coque ou a algum outro tipo de penteado do tipo. Porém, é importante que você não prenda o cabelo muito forte, com muita pressão, pois isso pode quebrar os fios e até causar queda.

Aliás, nada de prender enquanto o cabelo estiver molhado! Ele fica mais frágil quando molhado e é ainda mais fácil danificá-lo.

Evite usar chapéus e bonés por muitas horas

Os chapéus e bonés podem ser bem úteis para proteger o cabelo da incidência solar direta, mas não é recomendável usar direto durante muitas horas. Eles abafam o couro cabeludo, aumentando a transpiração e a oleosidade no local. Isso pode causar inflamações, desenvolvimento de fungos e até lesões.

7 dicas de produto para crescer cabelo

Existem vários produtos para cabelo que estimulam o crescimento dos fios. A seguir vamos recomendar os melhores.

Óleo de rícino

O óleo de rícino é um clássico para quem procura produto para crescer cabelo. Ele nutre o couro cabeludo, diminui a oleosidade, elimina bactérias e ativa a circulação na região, acelerando o crescimento dos fios.

Para garantir todos esses benefícios, aplique o óleo diretamente no couro cabeludo e massageie. Em seguida, prenda o cabelo com uma touca e deixe agir.

E, para quem está se perguntando o que colocar no shampoo para o cabelo crescer mais rápido, o óleo de rícino é também uma opção. Você pode adicionar uma colher de sopa do óleo a um shampoo de 200 ml. Se quiser turbinar ainda mais o tratamento, pode acrescentar também babosa e cravo da índia à mistura.

Chá verde

Outra dica do que colocar no shampoo para o cabelo crescer mais rápido é chá verde. Esse chá é rico em antioxidantes e parece estimular os folículos capilares.

Para desfrutar dessa vantagem do chá verde, faça uma infusão com um a dois saquinhos em água fervente e deixe por cinco minutos. Quando esfriar, adicione o líquido ao seu shampoo.

L’Oréal Professionnel Serie Expert Pro Longer

Se você procura um shampoo para crescer o cabelo, temos uma indicação melhor ainda com uma linha inteira de produtos, a Pro Longer, da L’Oréal Professionnel.

Linha Kérastase Resistance Extensioniste

Pensada para estimular o crescimento, a linha Kérastase Resistance Extensionist é perfeita para quem procura produto para crescer cabelo.

Linha Kérastase Genesis

A linha Genesis, da Kérastase, é outra super dica com shampoo para crescer o cabelo, máscara, sérum e mais.

Linha Lee Stafford Hair Growth

Outra linha que conta com shampoo para crescer cabelo e também outros produtos para esse objetivo é a Hair Growth, da Lee Stafford.

Suplemento Truss Pharmacy + Caps

Outra possibilidade de como fazer o cabelo crescer rápido é consumir suplementos. A Truss tem uma opção, o suplemento alimentar Truss Pharmacy + Caps, que é um tratamento intensivo para crescimento capilar e prevenção de queda.

Esse suplemento é um complexo vitamínico com fórmula nutritiva de fácil absorção que promove o aumento da resistência dos fios e prolonga a vida dos cabelos. Ele é enriquecido com biotina, ácido fólico, vitaminas, magnésio, selênio, silício orgânico e peptídeos de colágeno marinho.

Bom, essas são as nossas super dicas do que faz o cabelo crescer de verdade. Bastante coisa, né? Caso, mesmo seguindo essas nossas recomendações, você não perceba crescimento, é importante procurar um médico. E, se quiser ler mais sobre assuntos relacionados, continue lendo nossos textos de dicas de cuidados com o cabelo!

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segunda-feira, 19 de outubro de 2020

O que é a síndrome das pernas inquietas? | Coluna #140

A agitação involuntária dos membros inferiores é a principal característica da síndrome das pernas inquietas. Saiba mais neste vídeo.

 

A síndrome das pernas inquietas é um distúrbio desconhecido pela maioria da população. Nela, a pessoa não consegue ficar sem mexer a pernas, provocando sintomas físicos e mentais. Entre 5% e 10% da população brasileira é afetada. Conheça os principais sinais e procure um neurologista.

Veja também: Síndrome das pernas inquietas | Entrevista

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SARS/SRAG – síndrome respiratória aguda grave

A Sars, síndrome respiratória aguda grave, também conhecida como Srag, é causada por um coronavírus e é altamente contagiosa.

 

Os coronavírus (CoV) pertencem a uma grande família viral que causam infecções respiratórias em humanos e animais. Os coronavírus humanos foram isolados, pela primeira vez, em 1937. No entanto, só em meados da década de 1960, eles foram descritos como coronavírus, em função das estruturas proteicas (espículas) em forma de ponta que possuem ao redor e que lhes confere a aparência da coroa solar.

Existem sete espécies de coronavírus que infectam seres humanos. Três delas podem ocasionar doenças respiratórias bastante graves.

Veja também: Gripe aviária

Esse é o caso da síndrome respiratória aguda grave (Srag), conhecida também pela sigla Sars (Severe Acute Respiratory Syndrome), enfermidade altamente contagiosa, transmitida por uma variante de coronavírus, o Sars-CoV (ou Sars-CoV-1); identificado no final de 2002 e que afeta, sobretudo, os sistemas respiratório e pulmonar.

A presença desse coronavírus foi registrada em amostras de sangue de diversos portadores da doença. Outros estudos mostraram que o vírus da Sars recém-identificado cumpria perfeitamente os postulados de Koch (critérios que ajudam a estabelecer a relação direta entre o agente causador de determinada doença e suas manifestações clínicas).

As pesquisas apontam que o Sars-CoV infectou a população de diversos países nos cinco continentes, com extrema rapidez. Os primeiros 300 casos da enfermidade, denominada “pneumonia atípica grave” pela OMS, com cinco mortes catalogadas, foram identificados na província chinesa de Guangdong. A essa altura, chamou a atenção dos especialistas o número expressivo de profissionais da área da saúde e seus contactantes que haviam sido infectados por esse vírus.

Em poucos meses, porém, episódios semelhantes foram reconhecidos em diversas regiões da Ásia, da Europa e das Américas, entre elas Hong Kong, Vietnã, Cingapura, Tailândia, Reino Unido, Estados Unidos e Canadá. Nesses casos, era comum encontrar pessoas em que a doença tinha se manifestado quando retornavam de Guangdong, viajado para Hong Kong, ou mantido contato com os doentes.

A hipótese apresentada era que o coronavírus da Sars, até então desconhecido, tenha sido levado para Hong Kong por uma única pessoa, um médico de Guangdong, que ignorava estar infectado. Como resultado, as pessoas que conviveram com ele nessa oportunidade foram expostas à infecção e espalharam a doença ao voltar para o local em que viviam.

Diante desse achado, a Organização Mundial de Saúde (OMS) e os Centros dos Estados Unidos para o Controle e Prevenção de Doenças (CDC) emitiram um alerta global advertindo os sistemas de saúde sobre a necessidade de implementar medidas de prevenção e controle para impedir a propagação do coronavírus responsável pela síndrome respiratória aguda grave (Sars), uma vez que o sistema imunológico humano não parecia estar preparado para combater esse micro-organismo.

Apesar de o último caso de Sars de que se tem notícia ter ocorrido em 2004, a doença continua considerada de notificação compulsória às autoridades sanitárias, que não desprezam a possibilidade de ocorrerem novos surtos, se os fatores de risco novamente prevalecerem.

Por precaução, a OMS mantém amostras do Sars-CoV (e de vários outros vírus ainda desconhecidos) contendo informações sobre doenças infecciosas transmissíveis de animais para seres humanos em laboratórios de biossegurança espalhados pelo mundo. O objetivo é tornar possível identificar, o mais depressa possível, os agentes causadores de zoonoses que possam tornar-se uma ameaça global à saúde.

 

Doença zoonótica

 

Sars/Srag é uma doença zoonótica, ou seja, uma doença que tem origem em animais infectados e deles é transmitida para os humanos. A taxa de letalidade é alta, próxima dos 10%. A principal complicação costuma ser uma forma grave de pneumonia atípica, que produz um quadro de insuficiência respiratória aguda, muitas vezes mortal.

Tudo leva a crer que os primeiros episódios ocorreram na província chinesa de Guangdong, em novembro de 2002. Entretanto foi só em fevereiro de 2003 que a China informou oficialmente à OMS a ocorrência de novos casos da doença.

Em poucos meses, porém, quadros semelhantes foram observados em pessoas que haviam realizado viagens aéreas para regiões do sudeste asiático, ou entrado em contato com doentes, que tinham sido infectados nesses lugares.

Estudos sugerem que uma das principais fontes de contaminação era um tipo de gato selvagem – as civetas ou gatos de algália – mamíferos noturnos, de carne exótica muito valorizada pela gastronomia chinesa. Esses animais que, com certa frequência, eram trocados vivos por alimentos nos mercados de Guangdong, foram infectados por morcegos, provavelmente por morcegos-ferradura. A partir de então, por toda a vida, as civetas passaram a funcionar como reservatórios intermediários do vírus para os humanos.

 

 Medidas de contenção

 

Diante da velocidade com que a infecção se espalhou pelo mundo, graças ao processo de globalização favorecido pelos avanços tecnológicos na comunicação e no transporte, os esforços das autoridades de saúde se concentraram na busca de um procedimento capaz de conter a propagação do vírus e de controlar a evolução da enfermidade. Sob esse aspecto, o surto de 2002/2003 teve muito o que ensinar. A começar pela importância da ação conjunta e centralizada dos diferentes países envolvidos, que possibilitou conter esses quadros em seus estágios iniciais.

O diagnóstico precoce, o isolamento compulsório dos doentes, a quarentena obrigatória para as pessoas que, de alguma forma, tinham entrado em contato com portadores do vírus, a interrupção do trânsito pessoal e coletivo para as áreas infectadas, a suspensão das aulas e das atividades de muitas empresas, são exemplos das medidas de contenção utilizadas na tentativa de inibir novas manifestações da doença.

Também foram conquistas importantes para o controle dos surtos da Sars de 2002/2003, que causaram um número elevado de mortes, a rapidez com que os cientistas canadenses conseguiram sequenciar o genoma desse coronavírus, pré-requisito fundamental para a produção de novos testes para diagnóstico e para a criação de vacinas.

A Sars abalou a economia, o comércio, esvaziou as ruas, principalmente em cidades grandes da China, como Pequim e Xangai. Em 2003, no auge do surto mundial, foram registrados 8.096 episódios da infecção, 774 mortes, e a taxa de letalidade alcançou 9,6%.

Diante de tais evidências, os esforços dos pesquisadores de vários países se concentraram na busca de uma estratégia comum capaz de impedir a propagação do vírus por meio do diagnóstico precoce, do isolamento imediato dos infectados e da triagem dos viajantes provenientes de lugares conhecidos pela presença do Sars-CoV.

Para garantir esse resultado, a OMS (Organização Mundial da Saúde) e o CDC (Centros dos Estados Unidos para Controle e Prevenção de Doenças) continuam recomendando que todo e qualquer episódio que possa sugerir a infecção pelo coronavírus da Sars, deve ser notificado compulsoriamente às autoridades sanitárias. Essa medida se faz necessária, porque pequenos surtos da doença foram documentados, quando se imaginava que a epidemia tinha sido completamente debelada.

Em 2012, por exemplo, foi isolado o Mers-CoV (Middle East Respiratory Syndrome), outro tipo de coronavírus, responsável pelo aparecimento da Síndrome Respiratória do Oriente Médio, na Arábia Saudita, que se espalhou rapidamente por países dessa região, da Europa, África, Coreia e Estados Unidos. O agente infeccioso foi identificado primeiramente em camelos, mas a forma de contágio ainda não está totalmente esclarecida.

Tempos depois, em 2019, foi a vez do Sars-CoV-2, identificado em Wuhan na China e responsável pela atual pandemia da Covid-19.

A higiene as mãos, o distanciamento social e a quarentena continuam sendo os meios mais eficazes para impedir a disseminação do coronavírus da Sars, em caso de surto.

 

 Causas da Sars

 

O agente causal da Sars/Srag (síndrome respiratória aguda grave) é o Sars-CoV, um subtipo de coronavírus que, até então, não havia representado perigo maior para os seres humanos.

 

Sintomas da Sars

 

O período de incubação varia de 2 a 14 dias contados a partir da data do contágio. Em geral, a grande maioria dos pacientes apresenta os primeiros sintomas por volta do décimo dia.

Como já foi dito, os sinais do Sars-CoV podem variar muito e, no início, são semelhantes aos da gripe e resfriados comuns: febre acima de 38º que se manifesta de repente, tosse seca, falta de ar, diarreia. Com a evolução do quadro, dores musculares, de cabeça e na garganta, cansaço extremo, suores noturnos, calafrios, manchas avermelhadas na pele (exantemas), perda de apetite e confusão mental são outros sinais que podem se fazer presentes.

Veja também: Artigo do dr. Drauzio sobre as epidemias do futuro

Há casos em que muito depressa, o doente pode desenvolver complicações renais e hepáticas, bem como apresentar um quadro repentino de “pneumonia atípica”, causada por micro-organismos pouco prevalentes, que afetam um ou os dois pulmões e respondem mal ao uso dos medicamentos conhecidos.

Ao contrário do que acontece nas formas clássicas de pneumonia até então descritas, mais comum em crianças, idosos e imunodeprimidos, o Sars-CoV também afeta adultos jovens, saudáveis, não fumantes e com sistema imunológico fortalecido.

Pacientes com Sars podem apresentar, ainda, queda expressiva no número de linfócitos, um tipo de glóbulos brancos do sangue envolvido na defesa organismo.

Não foram relatados casos fatais de Sars na infância. Crianças com menos  de 12 anos, em geral, são assintomáticas ou apresentam sinais leves da doença, o que representa risco aumentado de transmissão do vírus. A partir dessa idade, os sintomas são parecidos com os dos adultos.

 

Transmissão da Sars

 

A principal via de transmissão inter-humana do Sars-CoV são as gotículas respiratórias ou de saliva com carga viral que a pessoa expele pela boca ou pelo nariz, quando fala, tosse ou espirra.

Os especialistas defendem que a transmissão também pode ocorrer pelo contato físico próximo, seja ao cuidar dos doentes, pelo aperto de mãos, por abraços, beijos ou, ainda, pelo toque em superfícies ou objetos contaminados (fômites), como maçanetas, controles remotos, telefones, botões de elevadores, celulares, tampos de mesa, lençóis e cobertores, por exemplo.

É importante considerar, ainda, a possibilidade de a transmissão da SARS ocorrer por via fecal-oral, haja vista ter sido encontrada essa classe de coronavírus nas fezes de pessoas infectadas e entre os profissionais de saúde e seus contatos.

 

 Grupos de risco

 

  • Profissionais da saúde e contactantes próximos, com ligeira predominância do sexo masculino sobre o feminino;
  • Idosos acima dos 60 anos (quanto mais velha a pessoa, mais grave e letal costuma ser a doença);
  • Portadores de comorbidades, como diabetes, hipertensão, alterações cardiovasculares, cardiopatias, imunossupressão, obesidade e asma;
  • Funcionários de laboratórios direta ou indiretamente envolvidos em atividades que pressupõem a exposição ao vírus da Sars.

 

Diagnóstico da Sars

 

Quando a Sars apareceu, não havia nenhum exame específico para diagnóstico da doença. No início, o profissional considerava apenas os sintomas e o histórico de vida do paciente (se conviveu com doentes, ou viajou para lugares com registro da doença). Com o tempo, porém, foi possível utilizar o resultado de exames laboratoriais, especialmente o RT-PCR que possibilita detectar a presença direta do vírus na secreção nasal e na orofaringe.

Exames de imagem, como os de raios X e a tomografia computadorizada, podem ser úteis para confirmar o diagnóstico e, sobretudo, para avaliar em que medida os pulmões estão afetados.

 

 Prevenção da Sars

 

Entre todas as medidas de prevenção e controle da infecção pelo Sars-CoV, lavar as mãos com água e sabão sempre que chegar em casa, após usar o banheiro, antes das refeições é o recurso mais eficaz para impedir a propagação dos coronavírus. Aplicar álcool gel a 70% para realizar a higiene das mãos, quando não for possível lavá-las convenientemente com água e sabão é outro recurso indispensável para a prevenção da doença.

Evitar aglomerações e o contato próximo entre as pessoas, usar máscaras, manter o distanciamento social, cobrir a boca e o nariz com o antebraço, quando for tossir ou espirrar e utilizar lenços descartáveis são outras medidas eficientes para evitar o contágio e, consequentemente, a propagação do vírus.

 

Tratamento da Sars

 

Não existem medicamentos específicos nem vacinas contra a Sars. Nas formas leves e moderadas da doença, o tratamento é de suporte e deve ser realizado sob orientação médica. De modo geral, nessas situações, a recomendação é permanecer em repouso na própria casa, alimentar-se bem e ingerir bastante líquido.

Antitérmicos e analgésicos podem ser úteis para aliviar a dor, o mal-estar e baixar a febre. Sob nenhum pretexto, a pessoa deve recorrer à automedicação sem ouvir a opinião do médico que acompanha o caso.

Episódios mais graves podem exigir internação hospitalar em UTI, porque o doente necessita de oxigenoterapia complementar e ventilação mecânica.

Grande parte dos pacientes infectados costuma reagir bem ao tratamento e fica curado.

 

Perguntas frequentes sobre Sars

 

Quais os sintomas mais frequentes da Sars?

No início, são semelhantes aos da gripe e resfriados comuns: febre acima de 38º C que se manifesta de repente, tosse seca, falta de ar, diarreia. Dores musculares, de cabeça e na garganta, cansaço extremo, suores noturnos, calafrios, manchas avermelhadas na pele (exantemas), perda de apetite e confusão mental são outros sinais que podem se fazer presentes.

Há casos em que muito depressa, o doente pode desenvolver complicações renais e hepáticas e apresentar, ainda, queda expressiva no número de linfócitos, um tipo de glóbulos brancos do sangue envolvido na defesa organismo.

 

Como surgiu a Sars?

Acredita-se que o coronavírus da Sars, até então desconhecido, tenha sido levado para Hong Kong em 2002 por uma única pessoa, um médico de Guangdong, que ignorava estar infectado. Como resultado, as pessoas que conviveram com ele nessa oportunidade foram expostas à infecção e espalharam a doença ao voltar para o local em que viviam.

 

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Eleição também é atividade essencial

Dr. Drauzio Varella fala sobre a repercussão da campanha de convocação de mesários para eleições em meio à pandemia de covid-19.

 

 

A equipe da UZMK Conteúdo, que faz a criação e a gestão dos nossos canais, me contou que o pessoal fala bastante sobre a campanha recente que foi exibida em redes de rádio e televisão na qual eu apareço convocando os cidadãos para serem mesários nas próximas eleições de novembro. Entre os comentários mais comuns, há o questionamento de que eu tenho defendido que as pessoas fiquem em casa em função da pandemia da covid-19 e que isso seria incoerente com a campanha para a participação nas eleições. 

Desde o começo da pandemia, eu defendi que as pessoas ficassem em casa. Mas obviamente, estava falando com todos que podiam ficar em casa. Especialmente, estava e ainda estou falando para evitarmos sair de casa para o que não é essencial. Ir ao bar, à praia, fazer churrasco… Da mesma forma, sempre nos preocupamos com as pessoas que não podem ficar em casa, por serem profissionais de setores essenciais para toda a sociedade. Durante todos esses meses de pandemia, nós produzimos mensagens para aqueles que eram obrigados a trabalhar.

As eleições também são essenciais. Em primeiro lugar, eu quero deixar bem claro que gravei essa mensagem voluntariamente, sem receber nenhum valor. Em julho deste ano, quando recebi o pedido do presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Luís Roberto Barroso, havia o temor de que não conseguíssemos realizar as eleições deste ano por falta de mesários. E o TSE decidiu lançar uma campanha, garantindo que todos os protocolos de prevenção à covid-19 seriam respeitados. 

Os governantes que estão em mandato agora foram escolhidos para ficar até o final de 2020. Prolongar mandatos abre um precedente perigoso para a democracia. Por isso, é essencial que as eleições aconteçam ainda este ano. Essencial como uma série de outras atividades que não podem parar, mesmo durante a fase mais grave da pandemia.

A campanha do TSE procura voluntários justamente para protegermos aqueles que têm mais risco ao se expor.  Não há nada de incoerente. Não há nada de incoerente em pedir para que os mais aptos se habilitem a realizar algo essencial para a nossa sociedade, ainda mais num momento como este.

Votar nas eleições 2020 é uma oportunidade para elegermos representantes que tenham a Saúde como prioridade, com respaldo na Ciência, decididos a proteger o nosso sistema de saúde, o nosso querido SUS.

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Estupidez a la Trump | Artigo

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