Veja como é a rotina dos profissionais de saúde e o atendimento aos pacientes com coronavírus em um hospital de campanha.
A superlotação do sistema público de saúde fez municípios e estados criaram hospitais específicos para atendimento de pacientes com o coronavírus. A equipe do Portal Drauzio Varella acompanhou um dia na rotina de atendimento do Hospital de Campanha do Anhembi, em São Paulo, e conversou com os profissionais de saúde e pacientes internados.
A psiquiatra Gabriela Bezerra de Menezes responde as principais dúvidas sobre diagnóstico e tratamento de TOC ((Transtorno obsessivo-compulsivo).
A quarentena e as medidas de prevenção contra o coronavírus podem afetar os pacientes com transtorno obsessivo-compulsivo. Dr. Drauzio conversa com a psiquiatra Gabriela Bezerra de Menezes, que fala sobre esse e outros temas que permeiam o diagnóstico e tratamento do TOC.
Como brasileiros, acostumados ao clima tropical e aos dias quentes, nós já sabemos de cor quais são os cuidados com o cabelo no verão. Mas e quando a temperatura cai, você sabe o que fazer? Se a resposta for negativa, não precisa se preocupar, pois vamos falar aqui sobre os cuidados com o cabelo no inverno!
No inverno, os dias são mais frios e secos, o que afeta os cabelos de maneira diferente do calor e umidade aos quais estamos habituados. Além disso, quando a temperatura cai, a água quente e o uso excessivo de ferramentas de calor, como os secadores, ficam em alta — e isso também danifica os fios.
Desidratação do couro cabeludo, queda de cabelo, opacidade, falta de definição… Esses são alguns dos problemas que podem surgir no inverno. E, para evitar tudo isso, listamos a seguir as principais dúvidas e dicas de cuidados com o cabelo no inverno.
Faz mal lavar o cabelo no frio?
Essa é, possivelmente, a dúvida mais comum em relação aos cuidados com o cabelo no inverno. Afinal de contas, faz mal lavar o cabelo no frio? A resposta é: não.
A falta de limpeza estimula a produção de óleo pelo couro cabeludo, que pode acabar acumulando nos fios, entupindo bulbos capilares e causando coceira e mais queda. Por isso, o recomendado é manter um cronograma de lavagens de acordo com o seu tipo de cabelo: se for oleoso, lave todo dia; se for normal a seco, mantenha dia sim, dia não ou no máximo a cada dois dias.
Banhos quentes fazem mal ao cabelo?
Este é um tópico que também serve como dica de cuidado com a pele no inverno. Sim, a água quente faz mal ao cabelo — e à pele!
O banho quente agride o couro cabeludo, que reage produzindo mais oleosidade, e abre as cutículas dos fios, que podem ficar mais quebradiços, ressecados, ásperos, sem brilho e sedosidade.
Uma consequência ainda mais extrema do uso de água quente para lavar os cabelos é a dermatite seborreica, uma doença inflamatória que é caracterizada por lesões avermelhadas e descamação no couro cabeludo.
Nós sabemos que o banho frio quando a temperatura cai é praticamente inviável, mas existem algumas saídas para você que busca cuidados com o cabelo no inverno:
Use a água fria apenas para enxaguar o cabelo, assim você garante o fechamento das cutículas;
Ou lave o cabelo isoladamente com água morna ou fria com um chuveirinho ou na pia, sem molhar o corpo.
Saiba como e qual shampoo usar
Agora que você já sabe que não faz mal lavar o cabelo no frio, vamos às dicas específicas de como lavá-lo quando a temperatura cai. Nossas primeiras dicas de cuidados com o cabelo no inverno são relacionadas ao shampoo:
Prefira usar shampoos transparentes, que são mais leves e minimizam a oleosidade, na raiz;
Reserve os shampoos perolados, que são mais hidratantes, para o comprimento;
E, caso você esteja interessado especificamente em cuidados com o cabelo cacheado no inverno ou caso seu cabelo seja muito seco, use apenas o shampoo transparente na raiz ou opte pelo uso do perolado em uma lavagem sim e outra não ou apenas quando sentir necessidade.
Não esqueça do condicionador
Outro cuidado com o cabelo no inverno é o uso de condicionador. Este produto sela as cutículas, dá brilho e deixa os fios mais macios e, por tudo isso, não deve ser deixado de lado.
Escolha o seu condicionador de acordo com seu tipo de cabelo e siga as instruções de uso para aproveitar ao máximo as substâncias da composição e conseguir o efeito desejado.
Ah, e o condicionador deve sempre ser a última etapa da lavagem, sempre após o shampoo e a máscara de tratamento, seja ela de hidratação, nutrição ou reconstrução. Aliás, ele inclusive ajuda a retirar o excesso de produtos do cabelo, que, se não for retirado, pode pesar e deixar os fios com cara de sujos.
Atenção para a hidratação
Com o aumento do uso de água quente e secador, o cabelo fica maltratado e uma das dicas de cuidados com o cabelo no inverno para remediar isso é manter uma rotina dehidratação.
O recomendado é hidratar semanalmente ou pelo menos de 15 em 15 dias. E uma das formas de cuidados com o cabelo cacheado no inverno é, além do uso de máscaras, optar por produtos hidratantes de maneira geral e, de preferência, sem parabenos, que são compostos que pode deixar os fios mais ressecados e sem brilho.
A hidratação ajuda a manter a saúde dos fios, deixando-os mais sedosos e dando brilho. Para garantir a absorção das substâncias, leia as instruções dos produtos e deixe sempre agir pelo tempo necessário recomendado.
Aposte na umectação
Outro tipo de tratamento que você pode adotar como um dos cuidados com o cabelo no inverno é a umectação. Esse tratamento consiste na aplicação de óleos vegetais, como óleo de coco, de argan ou mesmo azeite de oliva, no cabelo seco e sujo.
Coloque uma touca e deixe agir por pelo menos uma hora para perceber os efeitos. E, caso prefira, você pode também deixar agir durante a noite, enquanto dorme, o que é chamado de umectação noturna.
A umectação devolve a oleosidade natural do fio, deixando-o hidratado e saudável. Este tratamento deve ser feita de 10 em 10 dias ou ainda quinzenalmente. E, caso se trate de um cabelo danificado ou você esteja buscando dicas de cuidados com o cabelo cacheado no inverno, pode ser uma vez por semana.
Saiba como resolver o frizz
No inverno, o frizz aparece devido ao clima mais seco e aos ventos intensos. Por esses motivos, o cabelo arrepia e, para evitar isso, nossa recomendação é investir em umleave-in, assim você consegue alinhar os fios e pode até dar mais definição a eles.
Seque muito bem o cabelo
Em dias mais frios, o cabelo demora mais para secar naturalmente. Isso pode acabar fragilizando os fios, deixando-os quebradiços, causando caspa e até mesmo micose ou seborreia.
Como já dissemos, o uso de ferramentas de calos também pode danificar o cabelo, então o que fazer? Nós temos algumas dicas de cuidados com o cabelo no inverno que você pode seguir nesse caso:
Aplique sempreprotetor térmico nos fios quando for usar o secador;
Use o secador sempre em temperatura morna ou, de preferência, fria;
Mantenha o secador a uma distância de aproximadamente 30 centímetros da cabeça;
Pelo menos uma vez por semana deixe o cabelo secar naturalmente e, neste caso, não deixe os fios encharcados, tire o excesso de água com toalha;
Quando terminar de secar, aplique umfinalizadorà base de óleo vegetal para mais maciez e brilho;
Nunca durma com o cabelo molhado
Cuidado com acessórios
Por fim, nossa última dica de cuidados com o cabelo no inverno é relacionada oa uso de chapéus, gorras, toucas e afins, algo tão comum quando faz frio. Esses acessórios retêm umidade e esquentam a cabeça, impedindo a “respiração” do couro cabeludo.
O que recomendamos é evitar usar acessórios desse tipo se o cabelo estiver sujo e não usar por muitas horas nem todo dia.
Agora que você já sabe exatamente como manter seus fios saudáveis durante os dias mais frios, que tal conferir todos os produtos de cuidados com os cabelos disponíveis na Sephora? Já faça a sua listinha seguindo as nossas dicas e garanta os melhores!
Quantas mortes são aceitáveis para chegarmos à imunidade de rebanho? Cem mil? Quinhentos mil?
Desde que chegou ao país, a pandemia de Covid-19 fez os brasileiros se familiarizarem com expressões e conceitos de epidemiologia (área da Medicina que estuda a distribuição e os determinantes dos problemas de saúde), como taxa de transmissão, curva epidemiológica e crescimento exponencial.
Nos últimos dias, voltou à mídia um termo que já havia sido colocado de lado: imunidade de rebanho, também conhecida como imunidade coletiva. Ela ocorre quando, em determinada comunidade, a quantidade de pessoas que entraram em contato com um agente infeccioso, como um vírus, ou tomaram a vacina contra ele desenvolve imunidade e, assim, acaba oferecendo uma espécie de barreira de proteção aos não imunes. Com isso, o agente tem dificuldade de circular e o número de casos diminui.
Alguns países, como Reino Unido e Suécia, chegaram a cogitar o uso dessa estratégia no início da pandemia, permitindo que os menos suscetíveis a desenvolver um quadro grave de Covid-19, como jovens sem doença crônica, circulassem sem restrições. Os governos mudaram de ideia quando o número de mortes começou a aumentar significativamente, revelando a necessidade de toda a população adotar as medidas de prevenção da doença, como distanciamento social e uso de máscaras.
Então por que o tema voltou recentemente às manchetes de veículos de comunicação?
No fim de junho de 2020, foi publicado na revista científica “Science” um estudo sugerindo que a taxa estimada anteriormente para atingir-se a imunidade coletiva para Covid-19, de cerca de 70%, é muito alta, e que seriam suficientes cerca de pouco mais de 40% de infectados para obtê-la.
“Não podemos esquecer que esse é um modelo matemático, e não um estudo populacional”, ressalta Daniel Dourado, médico e advogado sanitarista e pesquisador do Núcleo de Pesquisa em Direito Sanitário da Universidade de São Paulo (USP), em live a este Portal, em 15/7/20. Isso significa que o modelo não foi observado em uma população real.
O médico epidemiologista e professor da Faculdade de Medicina da USP Paulo Lotufo também faz a mesma observação. “O estudo é um exercício intelectual, sem qualquer outra aplicação”, afirma.
É importante dizer que nem os próprios autores do estudo sugerem que se afrouxem as medidas de prevenção em busca de uma suposta imunidade coletiva; essa interpretação sequer é mencionada no estudo.
Imunidade
Outro ponto é que ainda não conhecemos todos os elementos envolvidos na produção da imunidade da Covid-19. Não sabemos se os anticorpos produzidos para combater o Sars-CoV-2, vírus causador da doença, são de fato neutralizantes, ou seja, se eles protegem contra uma reinfecção. Também não sabemos se essa imunidade é duradoura, pois a Covid-19 é uma doença nova, conhecida há poucos meses.
Outro estudo, publicado na revista “Nature”, sugere que os linfócitos T, importantes células de defesa do organismo, também tenham papel na imunidade contra a Covid-19. Essa pode ser uma boa notícia, mas ainda são necessários mais estudos para compreendermos todos os mecanismos envolvidos nessa proteção.
Sem vacina ou tratamento específico para a doença e sem sabermos como se dá a imunidade contra o novo coronavírus e quanto tempo ela dura não podemos contar com a imunidade coletiva, ao menos por enquanto.
Brasil
Dourado enfatiza, também, que mesmo que seja necessária uma porcentagem menor de infectados para obtermos a imunidade coletiva, ainda não há nenhuma população do mundo que tenha atingido esse número. A maioria dos municípios brasileiros têm, segundo testes sorológicos, menos de 10% da população infectada.
O Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) dos Estados Unidos calcula que a taxa de letalidade da Covid-19 seja de cerca de 0,5% a 1%, dependendo de fatores como acesso à saúde de qualidade e idade da população.
Vamos supor que de fato sejam precisos 40% de infectados para termos a imunidade coletiva. O Brasil tem 210 milhões de habitantes, portanto estaríamos contando com 84 milhões de infectados. Seguindo a taxa de letalidade de 0,5%, considerada otimista por muitos pesquisadores, teríamos 420 mil mortos.
Além disso, para se atingir a imunidade coletiva não há um número fixo, ela depende da taxa de transmissão do vírus, que varia de acordo com nossas interações e comportamentos. Em cidades grandes, em que há aglomerações frequentes, essa taxa tende a ser mais alta do que em locais com baixa circulação de pessoas, por exemplo.
Da mesma forma, a imunidade coletiva pode chegar antes, se a taxa de transmissão diminuir, ou mais tarde, caso ela aumente. Se deixarmos o vírus circular livremente, sem adotar as medidas de prevenção, demoraremos mais tempo para vencer a pandemia e teremos muito mais óbitos.
Lembremos, ainda, que a Covid-19 é evitável, e que já sabemos como controlá-la até que a ciência descubra uma vacina. A ideia de que quase toda a população irá fatalmente contrair o vírus, independentemente do que façamos, é temerária no caso de uma doença com essa taxa de letalidade.
Não podemos considerar como política pública de enfrentamento da pandemia uma estratégia que exija o sacrifício de milhares de pessoas. Quantas mortes são aceitáveis para que possamos circular sem restrições? Cem mil? Quinhentas mil? Em um país que preze pela vida de seus cidadão, nenhuma.
Conheça os principais sintomas da Covid-19 que podem ajudá-lo a identificar casos da doença.
Numa epidemia tão disseminada como a do atual coronavírus, qualquer mal-estar assusta.
O Center for Diseases Control (CDC) dos Estados Unidos publica uma síntese dos sintomas mais característicos e a frequência com que se manifestam no curso da infecção.
Pode ser intermitente ou prolongada. Costuma ficar entre 37º e 38º graus, mas há casos em que ultrapassa 39º graus. Na maioria das vezes, não dura mais do que dois ou três dias, mas algumas pessoas mantêm picos diários com mais de uma semana de duração. Nessas situações, é importante afastar a concomitância de infecção bacteriana secundária.
A medida da temperatura com esses termômetros que parecem revólveres apontados para a fronte das pessoas, em aeroportos e entradas de shoppings, é inútil. A febre nem sempre está presente, nunca é constante, geralmente dura poucos dias e o doente pode estar sob o efeito de antitérmicos.
Os estudos mostram que está presente em 59% a 86% dos pacientes. Quando se manifesta, é seca em 80% das vezes, do tipo irritativo. Nos demais, vem acompanhada de secreção escura ou amarelada. Secreção esverdeada sugere complicação bacteriana e necessidade de antibioticoterapia. Em algumas pessoas já curadas da infecção, a tosse pode persistir por semanas ou meses.
3) Fadiga de intensidade variável está presente em 44% a 70% dos doentes. Dores musculares e dor no peito ocorrem em em 11% a 35%.
Cerca de 35% das pessoas infectadas não apresentam sintomas. Nas demais, eles surgem 2 a 14 dias depois de adquirir o vírus (em média 4 a 5 dias).
5) Coriza e sangramento nasal se manifestam em menos de 10% dos casos.
6) Comprometimento pulmonar que cursa com insuficiência respiratória e queda da saturação de oxigênio na circulação, ocorre em até 20% dos doentes sintomáticos. Essa porcentagem chega a 50%, quando os sintomas são de maior intensidade.
7) Náuseas, vômitos, diarreia e dores abdominais são pouco comuns, ao contrário da perda de apetite que, às vezes, se manifesta mesmo em pessoas com poucos sintomas.
Como o vírus se dissemina pela corrente sanguínea, pode acometer qualquer órgão ou sistema: coração, rins, pele, sistema nervoso central.
Cerca de 35% das pessoas infectadas não apresentam sintomas. Nas demais, eles surgem 2 a 14 dias depois de adquirir o vírus (em média 4 a 5 dias).
Quando a doença se manifesta, é importante anotar o dia em que surgiu o primeiro sintoma. Se quatro ou cinco dias mais tarde, houver melhora do mal-estar, dos sintomas e da indisposição, a doença costuma evoluir para a cura. Se depois desse período, no entanto, os sintomas se agravarem, há necessidade de procurar atenção médica, porque é maior o risco de complicações.
Você já ouviu falar sobre a “mascne”? Também conhecida como “maskne”, esse é o nome que foi dado a algo que é novo para muita gente: a acne causada pelo uso de máscaras faciais de proteção.
O uso das máscaras por pessoas comuns se tornou muito mais normal nos últimos meses, isso pela necessidade de nos protegermos e protegermos os outros da disseminação do Covid-19. Porém, com esse uso cotidiano, muitos começaram a perceber espinhas no queixo, nas bochechas e no nariz. Esse é o jeitinho da sua pele dizer que algo não está indo bem.
Porém, não precisa se desesperar! A mascne pode ser algo novo na sua vida, mas nós já sabemos exatamente como evitar e também como tratar esse problema de pele. Confira as dicas a seguir.
Mas o que é mascne?
O termo “mascne” é uma adaptação de “maskne”, que é uma palavra formada pela junção de “mask” (máscara em inglês) e “acne”. Ou seja, mascne é a acne causada pelo uso de máscara facial de proteção.
Caracterizada pela acne no queixo, nas bochechas e no nariz — áreas cobertas pela máscara protetora —, a mascne ou maskne é um tipo de acne mecânica. Ela é causada pelo atrito do tecido com a pele, o que, junto com o ambiente úmido e quente criado pela máscara, pode causar irritação, entupimento de poros, proliferação de bactérias e aumento da oleosidade.
A boa notícia é que, como a mascne não é hormonal, as espinhas costumam ser mais superficiais e aparecem em menores quantidades. Por isso, elas podem ser mais fáceis de tratar.
Como evitar a mascne
Apesar de parecer ser um fenômeno novo, a acne mecânica é algo já conhecido e, por isso, sabemos exatamente o que fazer para evitar.
Mantenha sua pele limpa
Limpeza é a chave para prevenir a mascne. O recomendado é usar umproduto de limpeza facialadequado para o seu tipo de pele duas vezes ao dia (pela manhã e pela noite).
O gel de limpeza Clean Skin da Sephora Collection pode ser uma boa opção, pois, além de limpar a pele, também ajuda a acalmá-la graças à presença do extrato de Aloe Vera presente na fórmula.
Lave bem suas máscaras
Outra forma de evitar o aparecimento de acne no queixo, bochechas e nariz é manter suas máscaras sempre limpas. O indicado é lavá-las sempre após o uso e sempre usar máscaras limpas e já completamente secas.
Saiba quais máscaras usar
Outro ponto de atenção em relação às máscaras, além da limpeza, é o material do qual elas são feitas. Tecidos sintéticos devem ser evitados, pois, além da fricção com a pele ser maior, eles não permitem que a pele respire.
Portanto, fuja das máscaras de acetato, acrílico, elastano, lycra, nylon, poliamida, poliéster e viscose. E, quando for escolher as que quer levar para casa, prefira os materiais naturais e macios, como algodão e seda.
Adapte seus cuidados com a pele
Como já dissemos, manter a limpeza da pele é uma das formas de se proteger da mascne. Mas, além da limpeza, é necessário também manter seu ritual de cuidados com a pele, porém com algumas possíveis adaptações.
Evite alimpezaem excesso, pois isso pode gerar um efeito rebote e deixar a pele ainda mais sensibilizada;
Esfoliação, seja mecânica ou química, também deve ser evitada ou pelo menos ter a frequência diminuída — e, caso você esteja fazendo tratamento, fale sempre com seu dermatologista antes de interromper;
Caso veja necessidade, invista emprodutos anti acne, principalmente os que tenham ácido salicílico ou peróxido de benzoíla na fórmula;
Prefira produtos não comedogênicos e de textura leve como gel ou sérum;
Para pessoas da área da saúde e para quem fica muito tempo de máscara, é essencial hidratar bem a pele antes e depois da jornada de trabalho;
Sempre aguarde o hidratante ou protetor solar secar completamente antes de colocar a máscara (15 minutos para máscaras comuns e 30 para a N95, que é usada por profissionais da saúde);
Se possível, substitua o seu protetor solar por um mineral, já que esses produtos têm zinco na composição e esse ingrediente tem propriedades anti-inflamatórias.
Outra dica é o protetor solar Photoage Mineral Color FPS 50 da Dermage, que possui uma textura ultrafina, proporciona ampla proteção UVA e UVB e disfarça manchas e imperfeições, como as espinhas no queixo, nas bochechas e no nariz.
Atenção também à maquiagem
É importantíssimo ter atenção também à maquiagem na prevenção à mascne. Alguns dos principais cuidados são:
Evite usar maquiagem na região que fica coberta pela máscara;
Quando for aplicar a make, use sempre esponjas epincéis limpos, de preferência esterilizados;
Prefira produtos sem fragrância e sem ingredientes pesados e fuja das bases com ingredientes oleosos.
E, caso você queira disfarçar as espinhas para uma chamada de vídeo, por exemplo, a nossa dica é o corretivo Clear & Cover da Sephora Collection. Ele é enriquecido com ácido salicílico, tem textura leve, suaviza a pele, desfoca as imperfeições e refina a textura do rosto deixando um acabamento matte natural.
Como cuidar da mascne
Caso você já tenha percebido o surgimento de acne no queixo, nas bochechas e no nariz, não há motivos para se preocupar. Nós sabemos que é bem chato lidar com espinhas e que isso mexe com a autoestima, mas, como a mascne não é hormonal, derrotá-la pode ser simples.
Para tratar a mascne, você deve, basicamente, fazer tudo o que foi dito no tópico anterior. Neste caso, porém, pode ser interessante realmente investir em um sabonete para acne ou outro produto antiacne de sua preferência.
E, caso as espinhas no queixo, nas bochechas e no nariz já sejam uma realidade para você, precisamos destacar que não é recomendado o uso de produtos super fortes na pele. Ácidos, peelings químicos e retinol, só com orientação médica! Isso porque esses produtos podem deixar sua pele mais frágil e sensível ao atrito com a máscara.
Por fim, se você perceber que a acne não está melhorando, o indicado é procurar um dermatologista para saber se seu problema é realmente mascne e como você deve tratá-lo.
Agora que você já sabe tudo o que precisa sobre a mascne, que tal conhecer um pouco mais sobre cuidados com a pele? Continue navegando pelo nosso blog!