quarta-feira, 7 de outubro de 2020

3 dicas para cuidar do Cabelo Branco

Essa matéria 3 dicas para cuidar do Cabelo Branco foi publicada por Administrador no Blog da Sephora.

Por muito tempo — e ainda hoje, mesmo que menos — houve uma pressão para que o cabelo branco seja coberto ou “disfarçado”. Porém, vemos cada vez mais pessoas assumindo os seus grisalhos e até mesmo pessoas pintando os cabelos de branco e cinza.

Encarar o cabelo grisalho como algo natural, que vai acontecer com todos mais dia menos dia, é, também, uma forma de abraçar a beleza natural, uma tendência crescente nos últimos anos.

Se você também está considerando aceitar seus fios brancos, saiba que eles precisam de cuidados específicos para valorizar a cor e mantê-los saudáveis! E é sobre isso que falaremos a seguir.

Por que o cabelo fica branco?

O cabelo branco é, naturalmente, associado à idade. É verdade que seu surgimento tem a ver com isso, mas existem outros fatores que podem responder o que deixa o cabelo branco e, por causa deles, a idade do aparecimento dos primeiros fios brancos pode variar bastante.

Esses são alguns dos principais fatores:

  • Genética;
  • Estresse;
  • Má alimentação;
  • Alterações hormonais;
  • Doenças autoimunes.

De qualquer maneira, independentemente da causa, a resposta para “por que o cabelo fica branco?” é devido à queda na produção de melanina no bulbo capilar. Algo que é “programado” pelo nosso corpo, mas pode ser adiantado devido aos fatores que citamos.

E, até pouco tempo atrás, o cabelo grisalho era considerado sinal de desleixo e associado à vergonha de envelhecer — sendo que é parte inevitável da vida, algo que não deveria precisar ser escondido ou disfarçado.

Assim como assumir os cachos, assumir o cabelo grisalho é uma forma de abraçar quem se é. Mas, claro, não estamos dizendo que é uma obrigação! É só mais uma opção que temos.

Cuidados especiais com o cabelo grisalho

O cabelo branco precisa de alguns cuidados especiais pois tem algumas características específicas. Os fios grisalhos são naturalmente mais secos, grossos e frágeis, pois têm mais queratina e, como já dissemos, não têm melanina.

Além disso, o cabelo branco pode ter a cutícula aberta, o que faz com que ele perca nutrientes mais facilmente e fique opaco. E há ainda a possibilidade dele ficar amarelado devido a um processo natural de oxidação e da maior produção de queratina.

Para deixar seu cabelo grisalho bem cuidado e lindíssimo, siga esses cuidados:

Shampoo para cabelos grisalhos

Para evitar e corrigir o amarelado, é necessário usar o que chamamos de shampoo matizador ou shampoo corretivo. Esse shampoo para cabelo branco tem pigmento violeta ou azul, chamados matizadores, que neutralizam o amarelo.

Mas é importante alternar o shampoo matizador para cabelo branco com um de fórmula hidratante. Isso por dois motivos: o uso excessivo do matizador pode deixar o cabelo arroxeado e, por ser mais seco naturalmente, o cabelo grisalho precisa de mais hidratação. O recomendado é usar o shampoo matizador a cada 15 dias, mais ou menos.

E, para te ajudar a cuidar dos seus fios, já selecionamos algumas indicações de shampoo para cabelos grisalhos que sabemos que são muito bons:

Já pensando nos shampoos que você pode usar para alternar com o seu shampoo matizador para cabelo branco, recomendamos:

Cronograma capilar

Para garantir que o seu cabelo grisalho fique hidratado, macio, maleável e com aparência de saúde e vitalidade, o caminho é o cronograma capilar. Essa rotina de cuidados com o cabelo composta por etapas de hidratação, nutrição e reconstrução é ideal para os fios brancos.

Para fazer o cronograma capilar, você vai precisar de produtos que fortalecem e ajudam a cuidar e preservar o cabelo branco, como:

Leave-ins, óleos capilares e proteção solar

Como o cabelo branco é mais ressecado e frágil, ele pode apresentar mais frizz. Para contornar isso, nossa recomendação é apostar nos leave-ins e óleos capilares.

Outra dica de cuidado com cabelo grisalho é sempre usar protetor solar capilar quando for se expor ao sol ou entrar em piscina. Há quem diga que a exposição solar pode amarelar o cabelo, mas o que é certo é que isso pode, sim, fazer mal para os fios, por isso é importante prevenir.

Como tirar tintura do cabelo e deixar grisalho

Algumas escolhem cortar o cabelo curtíssimo, outras fazem luzes… Se você não quer passar por nenhum desses dois processos, pode estar se perguntando como tirar tintura do cabelo e deixar grisalho, certo?

O que podemos adiantar é que todas as formas de retirar coloração do cabelo são, em algum nível, agressivas para a fibra capilar e que nenhuma garante a remoção completa ou traz resultados imediatos. Se ainda assim quiser investir nesse caminho, essas são algumas possibilidades:

Shampoo antirresíduos

Para quem usa tonalizante ou tinturas não permanentes e mais leves, o shampoo detox ou antirresíduo é uma opção. Ele ajuda o cabelo a desbotar mais rápido, mas é necessário usar várias vezes e cuidar do cabelo para que ele não fique danificado. O uso deve ser espaçado, com 7 a 15 dias entre um uso e o outro.

Shampoo anticaspa e bicarbonato

Outra forma de como tirar tintura do cabelo e deixar grisalho é misturar uma colher de sopa de bicarbonato a 200 ml de shampoo anticaspa e usar a cada lavagem. Essa é uma alternativa mais branda à “shampoozada”, que é a mistura de shampoo, água oxigenada e pó descolorante. Assim como o shampoo antirresíduos, essa mistura clareia o cabelo aos poucos.

Decapagem

Para produtos mais pesados e permanentes, há a decapagem. Porém, esse processo pode danificar bastante o fio, pois ele abre o frio para que o pigmento saia e juntamente pode sair também proteínas e água, além da possibilidade de deixá-lo poroso.

O mais recomendado para quem quer saber como tirar tintura do cabelo e deixar grisalho é procurar um salão e fazer tudo da maneira mais correta e com um profissional para evitar ficar com o cabelo danificado.

Esperamos que todas as dicas que reunimos aqui sobre o cabelo branco tenham te inspirado!

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terça-feira, 6 de outubro de 2020

Relacionamento abusivo não é só violência física | Entrementes

Dr. Jairo Bouer explica as diferentes dimensões de um relacionamento abusivo. Assista ao primeiro vídeo sobre a saúde mental das mulheres.

 

Olá, pessoal, bem-vindos ao Entrementes. E neste mês de outubro, mês de atenção à saúde da mulher, a gente separou alguns temas de saúde mental que são muito importantes a gente tratar, a gente endereçar.

A gente começa hoje falando de relacionamentos abusivos, e a gente explica que relacionamentos abusivos não se resumem à violência física ou sexual, que é o que a maior parte das pessoas imagina. O relacionamento abusivo tem várias dimensões. Segundo a OMS, Organização Mundial da Saúde, só pra gente ter uma ideia: uma em cada três mulheres vai sofrer alguma forma de violência ao longo da sua vida. 

Então isso é muito importante, porque em geral quem pratica essa violência é alguém que vive, que é muito íntimo dessa mulher, e como muitas vezes essa violência não é só física ou só sexual, as pessoas têm dificuldade de identificar um relacionamento abusivo e de denunciar um relacionamento abusivo.

Eu separei pra vocês a Lei Maria da Penha de 2006, aqui do Brasil, que fala dessas diversas formas de violência. Ela ajuda a gente a identificar essas diversas dimensões de violência contra a mulher. Eu vou dar uma coladinha, pessoal, porque são muitas dimensões. Mas olha só.

Além da questão da violência física e da violência sexual – e violência sexual não se resume apenas a estupro e obrigar a mulher a fazer coisas que ela não deseja ou não quer, né? Obrigar a mulher a se casar, a abortar, a pressionar para que ela engravide, tudo isso pode se constituir também em violência sexual. 

Além disso, pessoal, a gente tem também a violência psicológica, que são todas essas formas de coação emocional. Ameaçar, constranger, humilhar, tudo isso é considerado violência psicológica. Nós temos também os casos de violência moral, que envolvem calúnia, difamação, injúria. 

E a gente tem também os casos de violência patrimonial: controlar o dinheiro da mulher, deixar de pagar pensão alimentícia, destruir documentos pessoais, furtar documentos, dinheiro da bolsa da mulher. Tudo isso constitui-se aí então nos casos de violência patrimonial.

Essas dimensões todas que a gente falou são dimensões que de alguma forma vão impactar a saúde mental, a saúde emocional, e muitas vezes o comportamento das mulheres. Então, é importante a gente entender as diversas dimensões desses relacionamentos abusivos, praticados, via de regra, por um parceiro íntimo dessas mulheres.

Veja também: A violência doméstica não é assunto privado


Então, pessoal, muito cuidado com frases como “lugar de mulher é na cozinha”, “vai pilotar fogão”, “mulher não consegue fazer duas coisas ao mesmo tempo”, “mulher não tem nunca nenhum senso de direção”. Esse tipo de frase só reforça o preconceito, o estigma de uma sociedade machista e patriarcal.


E aí, quando a gente vai entender esse funcionamento, a gente percebe que isso começa desde muito cedo, com as crianças ouvindo ou repercutindo comentários dos pais, comentários de pessoas que elas encontram na rua. Então, pessoal, é muito importante que a gente possibilite uma desconstrução desses estereótipos e desses preconceitos. Isso começa tanto em casa como na escola. Muito importante a escola endereçar esses temas, também. 

É importante que a gente observe alguns sinais de alerta pra essa questão dos relacionamentos abusivos. Primeiro ponto: um comportamento controlador por parte do parceiro. Parceiro ciumento, parceiro que quer saber onde a mulher anda o tempo inteiro, tudo o que ela faz. Esse comportamento controlador pode ser um sinalizador já de um relacionamento abusivo.

Um rápido envolvimento amoroso. De alguma forma, quando a relação caminha muito rapidamente, e de uma hora pra outra a mulher tem que mudar sua rotina, o seu jeito de viver. Outro ponto importante são as expectativas irrealistas. “Você é uma mulher perfeita”, “você nunca falha”, seu desempenho tem que ser sempre o tempo inteiro 100%, em casa, na cama, na vida. Essas expectativas irrealistas do parceiro também podem sinalizar uma questão de um relacionamento abusivo.

Além disso, pessoal, uma hipersensibilidade, um parceiro que oscila muito. Uma montanha-russa emocional. De repente tá ótimo, de repente tá péssimo. De repente o que você fez é incrível, de repente o que você fez é péssimo. Essas oscilações também podem sinalizar aí alguma dificuldade de relacionamento. 

E por fim, pessoal, grosseria. O jeito de lidar, o ataque verbal muito frequente. Destemperos, descontroles, que ainda não são uma forma violência física, mas podem de alguma forma predizer ou indicar um risco maior de violência física. Então esses são sinais importantes de a gente prestar atenção.

Tem uma psicóloga americana muito bacana, ela se chama Lenore Walker. Ela identifica algumas fases de um relacionamento abusivo. Então, em linhas gerais e de uma forma muito simplificada, a gente tem uma fase, que é a fase inicial de escalonamento ou de aumento da tensão. Então são esses comportamentos de desentendimentos verbais, de controle de comportamento, de reações exageradas a atitudes ou situações. Então isso começa a sinalizar um crescimento ou aumento de tensão.

Uma segunda fase é o momento da violência física propriamente dita, quer dizer, muitas vezes a mulher é agredida, é vítima de violência sexual, violência física, dentro da sua própria casa. Num terceiro momento, há uma fase, uma espécie de reconciliação ou “lua de mel” ou arrependimento. O parceiro se mostra arrependido, promete que vai melhorar, que vai mudar. Ele traz muito remorso em relação ao que ele fez, e isso muitas vezes faz com que a mulher se coloque em uma posição de culpada. O mecanismo é tão sórdido que a mulher introjeta essa culpa, como se ela fosse culpada da violência do outro. E aí, nessa fase de remorso, há uma tentativa de resgate da relação. Depois desse último momento, dessa última fase, há o início de um novo ciclo e assim sucessivamente.

O que acontece é que esses ciclos vão ficando cada vez mais curtos: aumento de tensão, violência e remorso. Muitas vezes pode acontecer tudo no mesmo dia. Então esses ciclos vão se encurtando, a mulher vai se sentindo presa, vítima de uma situação muito complexa. E o parceiro muitas vezes tem uma atitude manipuladora, usa os filhos, usa seu poder econômico, usa essa sociedade machista e patriarcal que a gente tem pra justificar seus comportamentos, a introjeção da culpa que a gente falou há pouco, enfim. É muito difícil, muito complexo a mulher romper esse ciclo.

Pessoal, depois de tudo isso que a gente falou, é muito importante que a mulher fique atenta a todos esses sinais, atenta a esses ciclos, atenta a essas dimensões todas de um relacionamento abusivo, e que ela perceba, pare e busque ajuda. Ajuda pode começar no momento em que ela conversa com alguém, em que ela externa pra alguém as suas dificuldades, em que ela busca um grupo de apoio ou um grupo de ajuda. Isso é muito importante pra que ela consiga romper esse ciclo e muitas vezes sair desse relacionamento, que é um relacionamento que pode trazer riscos sim pra sua vida. É isso aí.

Ouça também: Entrementes #29 | Violência contra a mulher durante a pandemia

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segunda-feira, 5 de outubro de 2020

Contorno: aprenda a esculpir seu rosto com maquiagem

Essa matéria Contorno: aprenda a esculpir seu rosto com maquiagem foi publicada por Equipe Sephora no Blog da Sephora.

Quanto mais a musa Kim Kardashian conquistava fama, mais o contorno ganhava destaque e se tornava uma tendência no mundo de maquiagem. E não é para menos: esta técnica poderosa manipula e redefine os volumes do rosto através de uma ilusão óptica.

A seguir vamos explicar o que é o contorno e compartilhar algumas dicas infalíveis para você aproveitar melhor esse jogo de luz e sombra. Se interessou? Confira!

dicas sobre contorno

O que é o contorno?

Como já adiantamos, o contorno é uma técnica de maquiagem. Seu objetivo é, usando tons mais claros e mais escuros que o tom da pele, dar ou tirar destaque de certas áreas do rosto, dependendo do formato dele.

O rosto pode ser afinado, alongado, ter suas proporções equilibradas… Tudo isso a partir do uso de sombra e luz nos lugares considerados certos.

O contorno certo cada tipo de rosto

Como você pode imaginar, não existe só uma técnica para fazer o contorno do rosto. Cada formato pede iluminação e sombra em locais distintos do rosto e, por isso, é interessante dedicar algum tempo se olhando no espelho para ver o que você gostaria de destacar ou disfarçar com a maquiagem.

Aqui vamos dar dicas gerais de como fazer contorno de acordo com os formatos de rosto, mas sinta-se para adaptar da forma que ficar melhor para você!

Como fazer contorno em rosto oval

Considerado o mais fácil de contornar, o rosto oval tem a testa e o maxilar em dimensões proporcionais e relativamente menores do que a região central do rosto, que é ligeiramente mais larga. O contorno adequado é feito abaixo das maçãs, alto da testa e no ossinho do maxilar.

Como fazer contorno em rosto redondo

O rosto redondo possui as maçãs bem salientes e o queixo arredondado, sem apresentar alongamento. Para fazer o contorno deste tipo de rosto, o truque é passar a cor mais escura em toda a lateral, começando pelas têmporas e descendo até chegar ao maxilar, reforçando abaixo do osso da bochecha.

Se você tiver uma paleta de contorno com iluminador, recomendamos iluminar o centro da testa criando um desenho de triângulo invertido — se você preferir, pode usar também um corretivo mais claro para fazer isso. Isso ajuda a alongar a região, deixando a impressão de um rosto mais fino e longo.

Como fazer contorno em rosto quadrado

Angulosos, os rostos quadrados e retangulares possuem a mesma largura em toda a extensão do rosto. As maçãs, testa e maxilar possuem dimensões parecidas e podem tornar o rosto mais “masculino”.

Se é esse o seu formato de rosto e você não sabe onde passar o contorno, saiba que neste caso ele funciona como um aliado na hora de criar profundidade, sobretudo abaixo do osso da bochecha e nas laterais do maxilar e da testa. O ideal é aplicar o tom mais escuro nessas regiões criando uma imagem mais oval.

Como fazer contorno em rosto triangular

Já quem tem rosto tipo triângulo ou coração pode se incomodar com a falta de proporção entre a testa e o queixo, normalmente um é muito maior do que o outro, criando uma expressão afunilada. O truque de contorno para rosto aqui é escurecer as áreas mais largas e iluminar as mais finas.

Como escolher contorno?

Paleta de contorno, contorno em bastão, contorno em pó… Existem vários tipos de produtos para fazer o contorno no rosto e há ainda a confusão com o bronzer. Quer saber como escolher contorno? É só seguir as nossas dicas.

Contorno x bronzer

De modo geral, o contorno, seja ele cremoso ou em pó, é fosco, ou seja, sem brilho. Isso porque o objetivo desses produtos é criar sombra, “diminuindo” as áreas onde é aplicado e criando a impressão de profundidade.

O bronzer, por sua vez, como o nome indica, é usado para dar um visual mais bronzeado à pele. E é comum que esse produto tenha cintilância, até para dar mais destaque às regiões onde é aplicado — que é o oposto do que queremos com o contorno!

Quais produtos usar para fazer contorno?

Mais importante do que saber se é melhor um contorno em bastão ou em pó, é saber escolher a cor do seu contorno. Indicamos escolher sempre produtos dois tons mais escuros que o seu tom de pele.

Já quanto à textura, nossa recomendação é que a escolha seja feita de acordo com o seu tipo de pele. Se a sua pele é seca, prefira os produtos cremosos. Já se for oleosa, aposte no contorno em pó.

Sobre o pincel para contorno, o recomendado é aquele angulado, pois as cerdas nesse formato ajudam a esculpir o rosto.

E, para te ajudar ainda mais nessa missão de como escolher contorno, listamos a seguir algumas indicações de produtos:

Como passar cada produto de contorno

Depois de aprender o que é o contorno, quais pontos valorizar de acordo com o formato de rosto e como escolher os produtos, é hora de aprender a aplicar esses produtos.

Sombreamento

Os pontos-chave de sombreamento quando pensamos onde passar o contorno são:

  • A parte mais baixa das maçãs do rosto, abaixo do osso da bochecha;
  • O alto da testa, bem próximo à raiz do cabelo;
  • E o maxilar

Você consegue um efeito muito bonito aplicando o seu contorno puxando uma linha reta diagonal que vai do topo da orelha em direção à boca. Para conquistar um efeito natural, é legal que esta linha termine alinhada com o canto externo dos olhos.

Iluminação

Depois de fazer o sombreamento, é hora de iluminar os pontos do seu rosto que deseja destacar, como:

  • O topo do osso do nariz;
  • O arco da sobrancelha;
  • O alto das maçãs do rosto;
  • O arco do cupido;
  • As têmporas.

Esses locais são estratégicos para fazer a iluminação do rosto, pois são as partes mais altas do rosto e, com o iluminador, deixam a pele com viço.

Toques finais

Com o contorno feito, é a vez do blush. Para passá-lo, você deve abrir um sorriso e aplicar a cor na parte mais gordinha das bochechas, puxando o pincel em direção ao contorno. Esse é o segredo para deixar a pele bem natural. Esfumando bastante o blush com o contorno, os produtos se mesclam, deixando a pele mais bonita.

E, se quiser um look bem bronzeado, aposte também em um bronzer, aplicando-o abaixo do blush e em outros pontos do rosto que costumam bronzear quando você se expõe ao sol.

Como fazer contorno rápido

Para finalizar este post, vamos às dicas de como fazer contorno rápido, pois sabemos que para uma maquiagem para o dia a dia muitas vezes não temos tempo sobrando. Se você, como a gente, tem mais ou menos 3 minutos para encaixar essa técnica na sua make do cotidiano, essas dicas rápidas vão fazer toda a diferença.

  1. Aplique o contorno logo abaixo do ossinho da bochecha com movimentos de vai e vem e esfume bem para não ficar artificial;
  2. Na hora de iluminar, prefira um pincel redondo para espalhar bem o produto. O primeiro passo, é um “C” nas têmporas;
  3. Ilumine também a ponte do nariz, começando no início do ossinho e terminando antes da pontinha;
  4. O queixo também merece uma atenção especial, para parecer mais pronunciado. Esfume um pouco de pó iluminador nessa região e voilá.

Aí é só passar o blush, a máscara e o batom e você está pronta!

como fazer contorno

Agora que você aprendeu direitinho o que é contorno e onde passar o contorno para valorizar os traços do seu rosto, compartilhe o resultado com a gente! É só postar no seu Instagram e marcar o perfil da Sephora Brasil.

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sexta-feira, 2 de outubro de 2020

Vitamina C para o Rosto: para que serve e como usar

Essa matéria Vitamina C para o Rosto: para que serve e como usar foi publicada por Administrador no Blog da Sephora.

Você, com certeza, já ouviu falar sobre a vitamina C para o rosto. Pode ter sido a sua dermatologista, aquela influencer que você adora acompanhar ou mesmo uma amiga que ama cuidar da pele.

E sabe por que todo mundo fala tanto sobre a vitamina C facial? Essa substância previne o envelhecimento da pele, atenua linhas finas, ajuda a combater manchas e mais! São benefícios incríveis que fizeram com que ela se tornasse queridinha e, há quem diga, indispensável na rotina de skincare.

Para que serve a vitamina C para o rosto?

A vitamina C é um nutriente essencial não produzido pelo corpo humano. Ela pode ser ingerida ou usada de forma tópica. Como a pele fica exposta a agressões cotidianas, como a poluição e a luz solar, é recomendado fazer o uso de vitamina C de maneira tópica para garantir e aproveitar seus muitos benefícios, como:

  • Ação antioxidante, que protege a pele dos efeitos nocivos dos raios solares;
  • Neutralização de radicais livres, promovendo a prevenção ao envelhecimento precoce;
  • Atenuação dos primeiros sinais de envelhecimento da pele, como linhas finas;
  • Combate a manchas e uniformização do tom da pele;
  • Incentivo à produção de colágeno e elastina, melhorando a firmeza;
  • Pele mais lisa, macia e com glow natural.

Quais os tipos de vitamina C para o rosto?

Com tantos benefícios, como não desejar ter uma vitamina C facial na rotina de cuidados com a pele? Mas, para fazer essa inclusão, você deve estar se perguntando quais os tipos de vitamina C para o rosto e qual é a melhor, certo?

Bom, o seu produtinho para a pele pode ser feito com vitamina C pura ou com derivadas. A vitamina C pura, chamada de ácido ascórbico ou ácido l-ascórbico — é assim que você vai encontrá-la na composição —, é bem frágil, oxidando facilmente em contato com o ar ou com água, o que faz com que ela perda suas propriedades.

Devido a essa característica da vitamina C pura é que surgiram seus derivados, como esses:

  • Palmitato de Ascorbila ou Ascorbyl Palmitate: é o derivado mais comumente encontrado em cosméticos, tem fórmula lipossolúvel, é nanoencapsulado e tem alta estabilidade;
  • Fosfato de Ascorbil Magnésio ou Magnesium Ascorbyl Phosphate: derivado de vitamina C mais indicado para peles sensíveis.

Qual é a melhor vitamina C para o rosto?

Agora que você já sabe quais os tipos de vitamina C para o rosto, possivelmente está se questionando qual é melhor. A resposta é: depende. A vitamina C para o rosto varia em dosagem, que, normalmente, fica entre 5% e 20% — e é importante saber que a pele só consegue absorver concentrações até 20%.

Isso quer dizer que quanto mais concentrada, melhor? Não necessariamente. Uma pessoa que nunca usou vitamina C facial pode ter reações indesejadas, como irritações e acne, se começar por um produto com concentração alta.

E é possível encontrar produtos bastante eficazes mesmo com concentrações mais baixas de vitamina C para o rosto. Como vimos anteriormente, derivados podem ser mais estáveis, o que é um ponto bastante positivo. Além disso, uma fórmula com menor concentração de vitamina C pode vir associada com outros ingredientes que garantem um resultado vantajoso, muitas vezes mais abrangente e potente.

Além da concentração, outro ponto que você deve considerar ao definir qual é a melhor vitamina C para o rosto para você é a textura do produto. Para quem tem a pele oleosa, por exemplo, o mais recomendado é escolher entre as opções mais sequinhas, como o sérum ou outros produtos mais leves.

Para peles secas, o creme para o rosto com vitamina C pode ser a melhor opção. E, se você for usar durante o dia, os produtos mais sequinhos podem ser mais confortáveis, mas, se for usar à noite, pode ser um mais cremoso.

Como usar a vitamina C no rosto?

Chegamos a uma das perguntas mais comuns sobre esse assunto: como usar a vitamina C no rosto? Para você não errar, fizemos um passo a passo:

  1. Primeiramente, faça a limpeza da pele;
  2. Com o rosto limpo, espalhe a vitamina C facial com os dedos;
  3. Se for aplicar outro produto após, como um hidratante ou um protetor solar, espere a vitamina C secar no rosto.

A vitamina C para o rosto pode ser usada por pessoas de qualquer idade, desde as que estão estão entrando na vida adulta e querem começar seus primeiros cuidados com a pele àquelas que têm peles maduras.

E, respondendo ainda como usar vitamina C no rosto, o recomendado é que o uso seja diário! Se quiser mais resultado, procure composições que unam esse ingrediente com outros ativos:

  • Com ácido hialurônico, o foco costuma ser o rejuvenescimento;
  • Com vitamina E, minimização de rugas e ressecamento;
  • Com ácido salicílico, otimizar o tratamento de oleosidade;
  • Com o resveratrol, a ação antioxidante e a diminuição de linhas finas e rugas.

Que horas passar vitamina C no rosto?

Outra dúvida bastante comum é sobre que horas passar vitamina C no rosto. É mito que a vitamina C não pode ser usada de dia! Você pode usá-la tanto de dia quanto à noite. As recomendações são:

  • De dia: deve ser usada com protetor solar. Com o rosto limpo, aplique a vitamina C e, em seguida, o protetor. Ela vai potencializar a fotoproteção e ajudar a proteger contra a poluição;
  • À noite: com o rosto limpo, aplique a vitamina C antes de dormir e deixe agir durante toda a noite.

Como guardar a vitamina C para rosto?

Por fim, vamos a uma questão muito importante: como guardar a vitamina C para rosto. Como dissemos lá no comecinho do texto, essa substância é frágil e oxida facilmente. Isso pode ocorrer tanto devido ao contato com a luz do sol quanto com o ar.

Por isso, é importante saber como guardar a vitamina C facial. As embalagens atualmente já ajudam bastante, pois costumam ser opacas, impedindo o contato com a luz. Porém, ainda assim recomendamos guardar em um local fresco e que não fique exposto ao sol.

Caso você já tenha um creme para o rosto com vitamina C ou algum outro produto com esse ativo e esteja se perguntando se o seu já oxidou, é fácil identificar:

  • Mudança de cor: quando a vitamina C oxida, ela escurece, ficando amarelada ou amarronzada;
  • Mudança no cheiro: acontece também uma mudança no cheiro do produto, que fica mais forte ou mesmo azedo.

Se identificar que a sua vitamina C facial oxidou, pare imediatamente de usá-la e jogue fora. O uso pode causar reações alérgicas e até mesmo queimaduras na pele.

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quinta-feira, 1 de outubro de 2020

Gravidez e amamentação em tempos de covid-19

Veja as recomendações de órgãos de saúde para garantir uma gravidez e uma amamentação seguras em tempos de covid-19.

 

As mulheres costumam vivenciar a gravidez e a maternidade de formas diversas, tanto do ponto de vista físico quanto emocional. Embora seja comum a imagem da mãe alegre e satisfeita com a gestação e os primeiros meses do bebê, sabemos que muitas experimentam momentos de medo, insegurança, culpa e cansaço.

Veja também: Puerpério na pandemia

Tudo isso é normal, pois essas fases trazem mudanças físicas e expectativas que variam de mulher para mulher, às vezes até de gravidez para gravidez. No entanto, diante da pandemia de covid-19, as grávidas e puérperas (mulheres que tiveram filho nos últimos 45 dias)  passaram a enfrentar um problema adicional: o temor de contrair ou passar para o filho pequeno uma doença potencialmente grave, da qual ainda sabemos pouco. Como o novo coronavírus afeta a gestação? E o parto, há risco de contrair o vírus durante o procedimento em hospital? Quem pegou covid-19 pode amamentar? Os bebês são grupo de risco? Posso infectar meu filho recém-nascido mesmo que eu não tenha sintomas da doença?

Para conseguir manter a tranquilidade e a segurança, vejamos o que a ciência já sabe sobre gravidez, puerpério, amamentação e os riscos para a mãe e o bebê durante a pandemia de covid-19.

 

Gravidez

 

Quando a pandemia de covid-19 começou a atingir a Ásia e a Europa, no início de 2020, as grávidas não estavam incluídas nos grupos de risco da doença, pois nenhum país apresentou taxa de mortalidade mais alta entre essas mulheres. Após alguns meses, no entanto, algumas entidades de saúde passaram a considerar as gestantes como grupo de risco, por precaução.

O Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) dos Estados Unidos afirma que, até este momento (1/10/20), as grávidas com covid-19 têm risco aumentando de parto prematuro, de serem internadas em UTIs e de receberem ventilação mecânica, quando comparadas com não grávidas. Isso porque as alterações fisiológicas pelas quais as mulheres passam nessa fase podem alterar sua imunidade, o que as torna mais vulneráveis a infecções respiratórias, como a covid-19. No entanto, o risco de morte é similar entre grávidas e não grávidas.

Isso significa que gestantes podem desenvolver quadros mais graves da doença, mas não correm risco aumentado de morrer em relação às demais mulheres.

Assim, no Brasil, em abril de 2020 o Ministério da Saúde passou a considerar as grávidas e as puérperas grupo de risco, embora também o órgão ressalte que ainda são necessários mais estudos sobre o impacto da doença entre esse grupo.

Grávidas com doenças pré-existentes ou desenvolvidas durante a gravidez, como diabeteshipertensão, têm risco ainda mais aumentado de desenvolver quadro grave de covid-19.

Não há, até o momento, comprovação de que a mãe infectada pelo novo coronavírus possa transmiti-lo ao feto durante a gestação.

Mulheres grávidas e pessoas que moram com elas devem, de acordo com o CDC, limitar as interações sociais com outras pessoas o máximo possível e, caso precisem sair ou interagir com outras pessoas,      seguir as seguintes recomendações:

  1. Usar máscara. Lembre que a máscara não substitui outras medidas de higiene necessárias, como lavar as mãos e evitar contato próximo com outras pessoas;
  2. Evitar o contato com pessoas que não estejam usando máscaras ou pedir para que elas coloquem a máscara quando estiverem próximas de você;
  3. Manter ao menos 2 metros de distância das pessoas que não moram com você;
  4. Lavar as mãos com água e sabão por pelo menos 20 segundos. Se não tiver água e sabão disponíveis, utilizar álcool gel com no mínimo 60% de álcool;
  5. Evite situações em que não seja possível seguir as medidas de prevenção, como uso de máscara e distanciamento físico.

Não deixe de comparecer às consultas de pré-natal. Se tiver receio de se contaminar, converse com o médico e peça orientação.

Tome as vacinas e eventuais suplementos recomendados. A vacina contra a gripe é muito importante, visto que a gripe pode causar sintomas semelhantes aos da covid-19 e não se sabe como as duas viroses, causadas por vírus diferentes, podem interagir.

Se tiver qualquer emergência, não deixa de procurar ajuda médica por medo de contrair o vírus. Serviços de saúde estão tomando as devidas precauções para evitar o contágio em suas dependências e algumas emergências podem ser especialmente graves durante a gravidez.

Caso apresente sintomas de síndrome gripal ou covid-19 ou ainda note qualquer alteração na sua saúde, procure seu médico ou o serviço de saúde.

Veja também: Mitos e verdades sobre a gravidez 

 

Parto e cuidados no hospital

 

Mães que não tiveram sintomas de covid-19 nem contato domiciliar com pessoas com síndrome gripal ou covid-19 nos últimos 14 dias 

Segundo orientações da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP), essas mulheres não devem seguir nenhuma restrição na hora do parto. Elas podem, inclusive, manter contato pele a pele com o bebê logo após o nascimento e amamentar na primeira hora de vida do recém-nascido.

 

Mães que tiveram sintomas de síndrome gripal ou covid-19 ou tiveram diagnóstico confirmado de covid-19 ou ainda mantiveram contato domiciliar com pessoas que apresentaram sintomas de síndrome gripal ou covid-19 nos últimos 14 dias

Essas devem adiar a amamentação para o momento em que os cuidados com a higiene e as medidas de prevenção da contaminação do recém-nascido, como limpeza da parturiente e troca de máscara, de camisola e lençóis, tiverem sido adotadas.

Além disso, mãe e filho podem manter alojamento conjunto, se houver condições de manter distância de 2 metros entre o berço e o leito materno. A mãe deve usar máscara durante o contato com o recém-nascido, precedido de higiene das mãos antes e depois de tocar o bebê.

A SBP afirma, ainda, que não há evidências de que o vírus possa ser transmitido pelo leite materno. “A amamentação deve ser estimulada e não está contraindicada em nenhuma situação clínica em hospital”, explica a pediatra Denise Katz.

Ainda não se sabe se recém-nascidos que testaram positivo para covid-19 logo após o nascimento contraíram a virose antes, durante ou após o parto, mas os bebês que contraem o Sars-CoV-2 costumam evoluir bem.

 

Amamentação e cuidados com o recém-nascido em casa

 

Após a alta hospitalar, a amamentação deve ser mantida normalmente, seguindo os cuidados indicados abaixo caso a mãe e os cuidadores tenham sintomas de síndrome gripal ou de covid-19.”Os benefícios da amamentação superam os riscos, independentemente da mãe ser assintomática ou da suspeita ou confirmação do diagnóstico da doença”, afirma a dra. Denise.

O Ministério da Saúde também recomenda: “[…] que a amamentação seja mantida em casos de infecção pelo Sars-CoV-2, desde que a mãe deseja amamentar e estejam em condições clínicas adequadas para fazê-lo”.

Também é importante seguir o Calendário Nacional de Vacinação completo para a idade, que juntamente com a amamentação são os principais fatores pela queda da mortalidade infantil, de acordo com a SBP. Dê as vacinas indicadas para o bebê conforme orientação do médico.

Lembre que a maioria dos recém-nascidos que contraem o Sars-CoV-2 é assintomática ou desenvolve sintomas leves de covid-19 e se recuperam muito bem.

De todo jeito, as visitas às mães e aos recém-nascidos devem ser evitadas nessa fase.

 

Cuidados de higiene em caso de mãe com suspeita ou confirmação de covid-19

 

Segundo a SBP e o CDC, a mãe com suspeita ou diagnóstico confirmado de covid-19 que desejar manter a amamentação deve:

  1. Ficar em quarto isolado dos demais moradores da casa que não estiverem doentes;
  2. Lavar as mãos com água e sabão por pelo menos 20 segundos antes e depois de tocar o bebê;
  3. Usar máscara facial de pano que cubra completamente nariz e boca, antes e depois de tocar o bebê;
  4. Trocar a máscara imediatamente em caso de tosse ou espirro ou a cada nova mamada;
  5. Evitar que o bebê toque o rosto da mãe, especialmente boca, nariz, olhos e cabelos;
  6. Pedir, se possível, para que outra pessoa que não tenha sintomas de covid-19 realize os cuidados com o bebê (banho, sono) após a mamada.  Se isso não for possível, a mãe deve tomar muito cuidado com a higiene das mãos e ficar de máscara sempre que estiver no mesmo ambiente que o bebê.

Caso a mãe não se sinta confortável ou não deseje amamentar e opte por extrair o leite para que ele seja oferecido ao bebê por outra pessoa, é importante:

 

  1. Seguir rigorosamente as recomendações para limpeza das bombas de extração de leite após cada uso;
  2. Considerar a possibilidade de solicitar a ajuda de alguém que esteja saudável para oferecer o leite materno em copinho, xícara ou colher ao bebê;
  3. Não utilizar, se possível, bicos, mamadeiras ou chucas;
  4. Que a pessoa que vá oferecer o leite ao bebê aprenda a fazer isso com a ajuda de um profissional de saúde.

 

Atenção: Bebês menores de 2 anos de idade não devem usar nenhuma barreira física para impedir o contágio pelo Sars-CoV-2, como máscaras ou protetores faciais (faceshields), pois esses equipamentos aumentam o risco de morte súbita e de sufocamento.

 

Período de isolamento necessário para mães com suspeita ou confirmação de covid-19

 

Segundo o CDC, a mãe que tem sintomas de síndrome gripal ou covid-19 deve manter o isolamento, saindo do local apenas para amamentar e caso não haja outra pessoa que possa ajudá-la nos demais cuidados com o recém-nascido.

Ela pode considerar que não corre mais risco de transmitir o vírus:

  • após 10 dias a partir do surgimento dos sintomas; E
  • após 24 horas sem apresentar febre sem o uso de medicamentos para reduzir a temperatura; E
  • após apresentar melhora dos demais sintomas.

Se apresentar teste positivo e estiver assintomática, a mãe pode considerar que não há mais risco de disseminar o vírus:

  • após 10 dias depois da data em que o teste para covid-19 positivo foi realizado.

 

Doação de leite

 

A doação de leite é contraindicada para mulheres com sintomas compatíveis com síndrome gripal, infecções respiratórias ou confirmação de infecção pelo Sars-CoV-2.

Mulheres que tiveram contato domiciliar com pessoas com síndrome gripal ou suspeita/confirmação de covid-19 nos últimos 14 dias também não devem doar leite.

 

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Pessoas que vivem com HIV podem tomar vacina? | CRIE + Proteção

Quem vive com HIV precisa se proteger contra infecções. Siga com a vacinação, mesmo durante a pandemia. Assista ao vídeo.

 

Quando analisamos as principais causas de morte entre as pessoas que vivem com HIV, as infecções ocupam um lugar de destaque, em especial as pneumonias. Mas, felizmente, podemos prevenir algumas delas por meio da vacinação. Considerando a relevância do vírus HIV no Brasil, é ainda mais importante espalhar a informação de que as pessoas que vivem com HIV podem se prevenir da doença pneumocócica e de algumas infecções por meio da vacinação, quando bem indicada pelo médico. No segundo episódio da série CRIE + Proteção, Drauzio conversa com Lucas Raniel, que vive com o HIV há alguns anos, sobre a importância de ter acesso aos CRIE – Centros de Referência para Imunobiológicos Especiais, um serviço de vacinação gratuita oferecido pelo SUS. #CRIEmaisProteção

Conheça todas as indicações em www.familia.sbim.org.br/pacientes-especiais

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DrauzioCast #134 | Coronavírus: Preciso ter um oxímetro em casa?

O oxímetro serve para verificar a saturação de oxigênio no sangue, que pode diminuir em pessoas infectadas pelo novo coronavírus. Saiba mais neste episódio.

Preciso ter um oxímetro em casa? Um agravante da asfixia da covid-19 é que uma boa parte dos pacientes não percebe que está com hipóxia, quer dizer, com falta de oxigênio no sangue. É verdade.

Existe uma resistência grande a essa falta de oxigênio no sangue. Normalmente, quando cai a oxigenação a gente fica com muita falta de ar. Na covid, não, as pessoas não percebem direito.

Então o ideal é o oxímetro. Você prende no dedo e olha, e ele te dá o número de quanto está a saturação de oxigênio no sangue. Essa saturação tem que ficar aí acima de 95. 95 pra mais, 98, 99. Quando ela cai pra 93, 92, tá na hora de procurar um hospital. Tá na hora de procurar um atendimento médico pelo menos pra avaliar o quadro.

O problema é que os oxímetros estão em falta no mercado. Um oxímetro que custava 90, 100 reais nas farmácias, hoje são vendidos a 400, 500 reais. Um absurdo, né.

Veja também: Por que é tão perigoso o vírus chegar ao pulmão? | Coronavírus #38

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Estupidez a la Trump | Artigo

Trump tem sido um fiasco ao enfrentar a pandemia de covid nos Estados Unidos, país líder em mortes pela doença.   Donald Trump saiu do hos...