quarta-feira, 9 de setembro de 2020

Vacina contra a covid-19: o que significa a interrupção de estudos? | Coluna

O mundo aguarda a vacina contra a covid-19. Mas o que significa a interrupção do ensaio clínico da vacina da AstraZeneca?

 

Nunca o mundo desejou tanto uma vacina como agora, durante a pandemia de covid-19. Para desenvolvê-la, governos e farmacêuticas investiram bilhões de dólares, universidades e centros de pesquisas interromperam seus trabalhos, cientistas voltaram-se a estudos e pesquisas.

O resultado de tanto esforço mundial é um número expressivo de vacinas promissoras, muitas delas em fases avançadas de estudos, feitas em tempo recorde. 

Veja também: Siga com a vacinação das crianças durante a pandemia

Por isso, é natural que tenha gerado apreensão o anuncio, feito no dia 8/9/20, da interrupção temporária do ensaio clínico com a vacina desenvolvida em parceria pela Universidade de  Oxford, na Inglaterra, e a farmacêutica inglesa AstraZeneca, devido à ocorrência de “evento adverso grave” a ser esclarecido.

Um evento adverso pós-vacinação (EAPV) é qualquer efeito indesejado sucedido após a vacinação que pode ou não ter sido causado pela vacina. Esses efeitos costumam ser leves, como febre baixa e dor no local da aplicação. Contudo, durante os ensaios clínicos não é incomum ocorrerem eventos adversos graves, que podem incluir hospitalização, risco de morte, incapacidade significativa e até morte.

Em caso de EAPV grave, o estudo clínico deve ser suspenso até que se esclareça sua relação com a vacina. Quanto tempo depois de tomar a vacina o indivíduo apresentou o efeito? O voluntário pertencia ao grupo-controle, que recebe placebo (substância inócua, que não causa nenhum efeito ativo), ou ao grupo que tomou a vacina? Houve relação causal, ou seja, foi realmente a vacina que provocou o evento? Há outras pessoas que desenvolveram quadros semelhantes? Essas são algumas das perguntas que os pesquisadores precisam responder antes de retomar o ensaio clínico.

A vacina de Oxford foi elaborada com  uma técnica relativamente nova, que utiliza um veículo — no caso, um adenovírus que costuma causar um quadro semelhante a um resfriado em chimpanzés, mas é inofensivo aos seres humanos — com fragmentos do material genético do novo coronavírus, o Sars-CoV-2. Esse material é suficiente para despertar a resposta imunológica do organismo e fazê-lo produzir anticorpos contra o vírus, mas não para causar a covid-19.

A suspensão de um ensaio clínico é uma medida de segurança que costuma ocorrer com certa frequência. “A interrupção do ensaio clínico da AstraZeneca pela presença de um efeito adverso grave não é anormal, é um procedimento de rotina em estudos de vacina”, afirma a dra. Denise Garrett, médica epidemiologista e vice-presidente do Sabin Vaccine Institute, em Washington, nos Estados Unidos.

Com o planeta de olho na vacina, não demorou para notícias que especulam a causa da interrupção começarem a surgir poucas horas depois do seu anúncio.

O jornal americano “The New York Times” afirmou ter conversado com um parente de um voluntário do Reino Unido que teria desenvolvido mielite transversa, uma inflamação na medula espinhal que pode ser desencadeada por infecções virais e costuma ser grave. No entanto, nem a Universidade de Oxford nem a farmacéutica confirmaram a notícia.

 

Pressão política

 

O episódio deveria servir, também, para colocar um freio nas autoridades políticas mundiais que prometem a vacinação em massa contra a covid-19 para este ano ou para o início de 2021, sem que ainda tenhamos uma vacina aprovada.

O presidente da Rússia, Vladimir Putin, já anunciou ter começado a vacinação em seu país com uma vacina cuja fase 3, a mais importante do ensaio clínico, pois é feita com milhares de pessoas, sequer foi publicada em revistas especializadas.

Donald Trump, presidente dos Estados Unidos, prometeu entregar uma vacina até o fim deste ano, em uma clara tentativa de colher os frutos da vacinação antes das eleições presidenciais que devem ocorrer no início de novembro. 

No Brasil, o ministro interino da Saúde, Paulo Pazuello, afirmou, horas antes de a AstraZeneca anunciar a interrupção do ensaio clínico, que pretendia começar a vacinar os brasileiros em janeiro de 2021, justamente com a vacina da farmacêutica.

Essa interrupção não significa que a vacina não seja segura, mas que o estudo clínico está sendo conduzido com seriedade e transparência.

O fato ocorrido com a vacina inglesa revela a importância de respeitarmos o tempo da ciência e todas as fases dos ensaios clínicos.

A vacina contra o sarampo demorou dez anos para ser desenvolvida depois da descoberta do vírus, em 1953. Foi, até o momento, a vacina mais rápida da história.

Obviamente, muita coisa mudou de lá para cá. Graças ao desenvolvimento da ciência, acumulado durante as últimas décadas, é possível produzir uma vacina com mais rapidez, apressando as fases dos estudos. Mas apressar não significa saltá-las. A ciência tem seu tempo.

 

Antivacina

 

O movimento antivacina, embora amplamente presente em países como Franca e Estados Unidos, é pouco expressivo no Brasil. Isso se deve ao fato  de nosso Programa Nacional de Imunizações (PNI) ser um dos mais eficientes do mundo, levando gratuitamente, por meio do SUS, vacinas para milhões de pessoas, mesmo nas áreas mais remotas e pobres do país.

A pesquisa Wellcome Global Monitor 2018, feita em 144 países pelo Instituto Gallup e divulgada no primeiro semestre de 2019, mostrou que 1/3 dos brasileiros desconfia da ciência. Apesar disso, 80% das pessoas confiam na segurança e eficácia das vacinas, taxa muito superior à da França, por exemplo, em que 1/3 da população suspeita das vacinas.

No entanto, nossa cobertura vacinal tem caído nos últimos cinco anos, e pela primeira vez em quase 20 anos, o país não atingiu a meta das principais vacinas indicadas para crianças até 1 ano, segundo levantamento dos dados vacinais de 2019, realizado pela “Folha de São Paulo”. Embora não seja possível responsabilizar apenas a desinformação e os antivacinas – nosso modelo de saúde ainda privilegia o tratamento de doenças em vez de ações de vigilância, prevenção e promoção em saúde -, especialistas apontam para o aumento da desconfiança nas vacinas.

De acordo com o médico sanitarista e advogado Daniel Dourado, é importante que as pessoas compreendam que as vacinas só são de fato eficazes se a maioria da população aderir às campanhas de vacinação. A chamada “imunidade de rebanho” (imunidade coletiva) só pode ser alcançada se a maioria da população se vacinar.

A Secretaria Especial de Comunicação Social (Secom) divulgou em suas redes sociais, em 1/9/20, uma peça publicitária em que o presidente Jair Bolsonaro afirmava que “ninguém pode obrigar ninguém a tomar vacina”, alegando uma defesa das “liberdades dos brasileiros”.

Embora ainda sequer tenhamos vacina para a covid-19, a frase instiga dúvida na população, que pode ficar ainda mais apreensiva após a interrupção do ensaio clínico da AstraZeneca. 

É preciso que fique claro: o fato de a empresa ter noticiado rapidamente a interrupção mostra a clareza com que o ensaio tem sido conduzido. Publicar os resultados dos estudos para que eles possam ser avaliados e revisados pela comunidade científica internacional é parte essencial de qualquer estudo ou trabalho científico rigoroso. “Essa interrupção não significa que a vacina não seja segura, mas que o estudo clínico está sendo conduzido com seriedade e transparência. A única razão para esse evento estar recebendo tanta atenção dos meios de comunicação é porque se trata da vacina contra a covid-19”, conclui a dra. Garrett.

Para o dr. Dourado, o Estado pode limitar liberdades individuais em prol do bem-estar coletivo. “O governo não tem obrigação de incluir uma vacina contra a covid-19 no PNI. Agora, se o Ministério da Saúde inclui-la, aí, sim, ela passa a ser obrigatória”, explica. Todavia, seria muito melhor se as pessoas entendessem a necessidade de agir coletivamente para enfrentar uma pandemia, apoiando e seguindo as orientações da ciência por compreenderem sua importância e não por imposição. Afinal, as vacinas são uma medida preventiva de saúde a que os brasileiros têm direito.

 

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O cenário do suicídio no Brasil | Setembro Amarelo | AO VIVO

Dr. Drauzio conversa com o psiquiatra Jairo Bouer e a psicóloga Ana Cláudia da Silva sobre a questão do suicídio no Brasil. Assista agora. 

 

O dia 10 de setembro é o dia oficial da prevenção ao suicídio, considerado um problema de saúde pública. Segundo dados, 96% das pessoas que morrem por suicídio tinham algum transtorno mental. Como podemos acolher essas pessoas antes desse desfecho? Como lidar com o luto de uma morte por suicídio? Confira na live à seguir.

Veja também: Orientações para falar com quem está passando por uma crise de depressão

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DrauzioCast #132 | Coronavírus: Qual a razão pela perda de olfato?

A perda de olfato e de paladar são sintomas comuns da covid-19. Ouça a explicação do dr. Drauzio para entender mais sobre o problema. 

 

 

Qual a razão para perda do olfato?

Olha, o olfato é captado de que maneira? Você tem dentro da mucosa nasal neurônios que captam os variados cheiros e jogam pra dentro do cérebro, pra eles serem decodificados e você entender se tá sentindo um cheiro de menta, de gasolina, de um perfume que você gosta. Como o vírus penetra pelas vias áreas, ele vai infectar a mucosa do nariz, e  isso pode prejudicar o funcionamento desses neurônios encarregados de recolher essas informações do meio. É um sintoma importante do coronavírus.

Veja também: Protetor facial sem o uso de máscara não impede novo coronavírus

 

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Ciência e ignorância | Artigo

Nenhum estudo científico, essencial para demonstrar atividade de um medicamento contra determinada enfermidade, mostrou que a hidroxicloroquina é eficaz para tratar covid-19.

 

A ciência é uma frágil conquista civilizatória da sociedade baseada no raciocínio lógico, na observação empírica, na significância estatística, no confronto de dados e na reprodutibilidade dos experimentos, regra segundo a qual a repetição de uma experiência deve levar aos mesmos resultados, independentemente do observador.

Veja também: Existem drogas para tratar  a covid-19?

Não é tarefa simples convencer sociedades inteiras de conceitos tão abstratos. Veja o caso do uso da hidroxicloroquina no tratamento da infecção pelo atual coronavírus, droga dotada de ação antiviral no tubo de ensaio, já testada sem sucesso contra dengue, gripe, zika, chikungunya e outras viroses.

Para demonstrar atividade de um medicamento contra determinada enfermidade, para a qual não há tratamento conhecido, o estudo deve pertencer à categoria dos ensaios clínicos controlados, randomizados, prospectivos, em duplo-cego.

Isso quer dizer que os participantes precisam ser alocados ao acaso para dois grupos: um deles servirá de controle, outro receberá pela primeira vez a droga em teste. No entanto, como o simples ato de tomar remédio altera a percepção dos sintomas que nos afligem, os pacientes não devem saber para que grupo foram sorteados. Da mesma forma, é preciso evitar que o julgamento do médico seja comprometido.

Para evitar esses vieses, há necessidade de administrar um placebo para o grupo-controle, comprimido inerte (geralmente talco), com aparência idêntica à do que contém a droga em teste, de modo que nem o participante nem o médico possam identificar quem está em cada grupo (duplo-cego).

No caso específico da hidroxicloroquina, nenhum estudo prospectivo, randomizado, controlado, em duplo-cego, mostrou que os pacientes tiveram qualquer benefício em comparação com os que receberam placebo.

Os participantes serão seguidos até que o número de desfechos clínicos nos dois grupos (cura, piora, mortalidade, sobrevida ou outro), seja suficiente para que os dados nos deem pelo menos 95% de certeza de que são significantes do ponto de vista estatístico.

Como explicar a necessidade de estudos tão detalhados para quem não teve formação científica? É muito mais fácil para os mistificadores contestá-los com base em crenças pessoais, opiniões, dados falsos, interesses políticos ou financeiros. Nem precisam se dar ao trabalho de contra-argumentar, basta colocar os resultados em dúvida: “não é bem assim”, “eu não acredito nisso”.

Médicos criteriosos se baseiam em estudos conduzidos com tanto rigor, porque foi graças a eles que a Medicina contribuiu para duplicar a expectativa de vida da população, no decorrer do século 20.

No caso específico da hidroxicloroquina, nenhum estudo prospectivo, randomizado, controlado, em duplo-cego, mostrou que os pacientes tiveram qualquer benefício em comparação com os que receberam placebo.

Então, por que há médicos que a prescrevem? A resposta, prezado leitor, deixo a seu critério.

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Hidratante Labial: conheça o top 6 da Sephora

Essa matéria Hidratante Labial: conheça o top 6 da Sephora foi publicada por Administrador no Blog da Sephora.

Quando você pensa em skincare, pensa primeiro em quê? Possivelmente, é naqueles produtinhos essenciais que usamos no rosto diariamente, certo? E o hidratante labial, ele está incluso nessa lista?

Os lábios são uma super delicados pois a pele nessa área é mais fina e menos elástica e por isso é tão comum ficar com lábios ressecados e até mesmo rachados. Então, se o hidratante labial não faz parte ainda do seu ritual de cuidados com a pele, está passando da hora de escolher o seu queridinho e deixá-lo sempre no nécessaire.

Qual é o melhor hidratante labial?

Durante o inverno, quando o tempo fica mais frio e seco, e também em dias muito ensolarados, o hidratante labial é indispensável — mas esse é um cuidado que você deve, sim, adicionar à rotina diária de skincare.

Para escolher o produto que você vai adicionar ao seu dia a dia, você provavelmente vai se perguntar qual é o melhor hidratante labial. Nós temos algumas dicas que podem te ajudar a chegar à melhor opção para você.

Observe os ingredientes do hidratante labial

É verdade que existem vários hidratantes labiais disponíveis no mercado e isso pode acabar dificultando a escolha do melhor hidratante labial. Nossa principal recomendação é observar os ingredientes do produto, alguns são essenciais para garantir que se trata realmente de um bom hidratante. Dentre eles, podemos citar:

  • Ácido hialurônico;
  • Aloe vera;
  • Cera de abelha;
  • Ceramidas;
  • Colágeno;
  • Extrato de semente de uva;
  • Lanolina;
  • Manteigas vegetais;
  • Óleos naturais;
  • Pantenol;
  • Vaselina;
  • Vitamina E e pró-vitamina B5.

Não é necessário que a composição do hidratante conte com todos esses ingredientes, mas, se houver pelo menos um, já é indicativo que o produto é bom!

Busque indicações de hidratantes

Outra boa dica para quem está se perguntando qual é o melhor hidratante labial é buscar indicações, seja em sites especializados, dermatologistas ou mesmo com amigas. Pensando nisso, fizemos um top 6 com os nossos queridinhos!

Lip Balm Sephora Collection

O lip balm da Sephora Collection é uma opção de hidratante labial para quem busca um produto para hidratar e nutrir os lábios. Testado dermatologicamente, ele tem um perfume super gostosinho.

Nós recomendamos que você tenha sempre o seu lip balm da Sephora Collection na bolsa e use diariamente. Para ficar com os lábios ainda mais hidratados e macios, indicamos o uso também do Lip Balm Esfoliante Sephora Collection duas vezes por semana.

Lip Balm Nars Afterglow

Disponível em sete tons translúcidos e com um leve toque de cor, o Lip Balm Nars Afterglow é um hidratante labial livre de fragrância e sem álcool na composição. Na sua composição há Complexo Hidratante Monoï, que proporciona alta hidratação, e uma mistura de antioxidantes que ajuda na proteção dos lábios.

Os tons do lip balm Afterglow são:

  • Orgasm: pêssego-rosa com leve brilho dourado;
  • Dolce Vita: rosa queimado;
  • Clean Cut: transparente com FPS 10;
  • Fast Lane: nude malva;
  • Deep Throat: rosa com leve brilho;
  • Torrid: coral quente;
  • Turbo: vermelho cereja.

Lip Balm Becca Pearl Glow

O Lip Balm Becca Pearl Glow é um hidratante labial acetinado que conta com óleo de jojoba, vitamina E e manteiga de melancia na composição. Sua fórmula inovadora reage com os lábios criando uma cor customizada.

Este lip balm está disponível em três tons:

  • Lilac: fúcsia suave;
  • Blackberry: ameixa;
  • Rose: rosa claro.

Stick Protetor Reparador Labial Embryolisse

Considerado um poderoso tratamento para lábios ressecados e machucados, o hidratante labial Stick Protetor Reparador da Embryolisse nutre, repara, acalma e hidrata a pele dessa região.

O Stick Protetor Reparador é testado dermatologicamente e pode ser utilizado por qualquer tipo de pele. Com ativos como manteiga de karité, vitamina E, óleo de coco, óleo de macadâmia e óleo de rícino na composição, este hidratante labial é ideal para períodos de frio e menos umidade e para dias de muito sol.

Hidratante Labial Caudalie Soin des Lèvres

O hidratante labial Soin des Lèvres da Caudalie tem propriedades antioxidantes que proporcionam conforto e maciez aos lábios. Na sua composição encontramos:

  • Polifenóis da uva, que têm alto poder antioxidante;
  • Óleo de uva e manteiga de karité, que nutrem e reparam os lábios;
  • E ceramidas, que hidratam e protegem.

Livre de parabenos, sulfatos e ftalatos, o hidratante labial Soin des Lèvres não contém ingredientes de origem animal e não é testado em animais.

Lip Balm Fenty Pro Kiss’r Luscious

O hidratante labial da Fenty Beauty, o Lip Balm Pro Kiss’r Luscious, é cremoso e tem um aplicador aveludado que alisa, suaviza e prepara para a aplicação de batom. Ele deixa um toque delicioso de longa duração nos lábios.

Feito com manteiga de sementes de karité e de manga, o Lip Balm Pro Kiss’r Luscious é 100% cruelty free e confere hidratação e nutrição à pele dos lábios. E ele está disponível em quatro tons: Hint Hint, um rosa universal translúcido; Latte Lips, rosa neutro translúcido; Pinch Me, rosa translúcido; e Cocoa Drizzle; marrom translúcido.

O hidratante labial é um produto feito para hidratar, proteger, deixar os lábios macios e, se usado cotidianamente, para evitar ressecamento e fissuras. E, se você curte um look mais naturalzinho para a maquiagem do dia a dia, é essencial.

Esperamos que você tenha encontrado seu preferido aqui! E, se quiser mais opções, confira todos os hidratantes labiais e lip balms disponíveis na Sephora.

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terça-feira, 8 de setembro de 2020

Incontinência urinária masculina | Coluna #139

A incontinência urinária masculina pode ter várias origens. O surgimento por conta de cirurgias na próstata costuma ser o mais comum. Entenda.

 

A incontinência urinária masculina ainda é um tabu muito pouco discutido gerando impacto no bem estar físico e emocional dos homens. Existem tratamentos e produtos específicos para incontinência urinária que podem reverter ou controlar essa condição. Não deixe que a vergonha comprometa sua saúde. Procure um especialista.

Veja também: Como a incontinência urinária funciona? Animações #18

Conteúdo desenvolvido em parceria com a marca TENA, líder mundial em produtos para incontinência urinária. https://www.tena.com.br 

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sexta-feira, 4 de setembro de 2020

Saúde sem Tabu #02 | Problemas ginecológicos mais frequentes na vida da mulher

No segundo episódio do Saúde sem Tabu, vamos falar sobre os problemas ginecológicos mais comuns que acometem a vida da mulher. Ouça agora.

 

Mariana Varella, editora-chefe do portal Drauzio Varella, conversa com duas especialistas para falar sobre a questão do autocuidado e do surgimento de problemas ginecológicos mais comuns na vida da mulher, como candidíase, HPV, infecção urinária. A fisioterapeuta Débora Pádua também explica sobre o vaginismo, condição enfrentada por muitas mulheres, mas pouco discutida. Ouça agora.

Conteúdo desenvolvido em parceria com a TENA Brasil, marca líder mundial em produtos para incontinência urinária.

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Estupidez a la Trump | Artigo

Trump tem sido um fiasco ao enfrentar a pandemia de covid nos Estados Unidos, país líder em mortes pela doença.   Donald Trump saiu do hos...